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        <title>CRISTOLOGIA</title>
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        <title>DEIDADE</title>
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        <description>DEIDADE

(lat. deitas; in. Deity, fr. Déité, al. Gottheit; it. Deita).

Em geral, a essência ou natureza divina; e esse é o sentido encontrado em S. Agostinho (De Trin., IV, 20) e S. Tomás (5. Th., I, q. 39, a. 5 ad 6S). No séc. XII, porém, Gilbert de la Porrée identificou Deus com a Deidade, distinguindo de deidade, que seria a forma ou a essência comum, as três pessoas da</description>
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        <title>DEUS DE ABRAÃO</title>
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        <description>DEUS DE ABRAÃO

Deus apareceu a Abraão, mas nem sempre

E não é de se admirar que nem todas as multidões que acreditaram em Jesus tenham testemunhado sua ressurreição, quando Paulo, escrevendo aos coríntios — a quem considera incapazes de compreender mais —, diz: “Pela minha parte, decidi não saber nada entre vós, senão</description>
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        <title>DEUS ABSCONDITUS</title>
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        <description>DEUS ABSCONDITUS

Paulo Apóstolo: Deus Desconhecido

Vladimir Lossky: Deus ignoto — Teologia mística da igreja do oriente

Hayyim de Volozhyn: Deus transcendente — a alma da vida

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Hans Jonas: A Religião Gnóstica

A característica cardeal do pensamento gnóstico é o dualismo que governa a relação de Deus e mundo, e correspondentemente aquela de homem e mundo. A Deidade é absolutamente transmundana, sua natureza</description>
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        <title>DEUS É AMOR</title>
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        <description>DEUS É AMOR

Frithjof Schuon: O ESOTERISMO COMO PRINCÍPIO E COMO VIA

“Deus é Amor” ([4,8]): se esta sentença é verdadeira — e ela o é por autoridade divina —, o sentimento é uma dimensão normal, portanto, positiva em si, do microcosmo humano, e todas as desconfianças a seu respeito são aberrantes. Atma é Sat, Chit e Ananda:</description>
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        <title>DEUS E JESUS</title>
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        <description>DEUS E JESUS

Joaquim Carreira das Neves, “Escritos de São João”

O prólogo de João abre com a afirmação: “No princípio existia o Verbo; / o Verbo estava em Deus (em direção a Deus); / e o Verbo era Deus (era divino?)”. Assim sendo, o Verbo não se confunde com Deus. São duas entidades distintas com funções também distintas e complementares, embora o</description>
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        <title>DEUS IGNOTO</title>
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        <description>DEUS IGNOTO

Vladimir Lossky

O apofatismo, como atitude religiosa diante da incognoscibilidade de Deus, não é exclusividade das Areopagíticas. Ele se encontra na maioria dos Padres da Igreja. Clemente de Alexandria, por exemplo, afirma nos Stromata que podemos chegar a Deus, não pelo que Ele é, mas pelo que Ele não é. A própria consciência da inacessibilidade do «Deus ignoto» não poderia ser adquirida, segundo ele, a não ser pela graça, «por essa sabedoria que Deus concede e que é a força do…</description>
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        <title>DEUS É LUZ</title>
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        <description>DEUS É LUZ

William Chittick, Caminho Conhecimento

Deus é Luz, como afirma o Alcorão (24:35). Assim como tantos outros pensadores muçulmanos, pelo menos desde a época de al-Ghazali, Ibn Arabi identifica a Luz com o Ser e recorre ao simbolismo da luz visível para explicar a relação entre o Ser e a inexistência. Deus é Luz e nada mais que Luz, enquanto as coisas são tantos raios refletidos da substância da Luz. Em um aspecto, elas são Luz, já que nada mais pode ser encontrado; em outro aspecto, s…</description>
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        <title>O «Deus Patético»</title>
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        <description>O «Deus Patético»

Henry Corbin — Ibn Arabi

As premissas da teologia negativa estão tão longe de excluir por elas mesmas toda situação dialógica, que elas importam ao contrário para dela fundar a autenticidade. Assim se dá com a gnose do Islã, cujas premissas têm mais de um traço comum com aquelas da Gnose em geral, aquelas que são também as mais irritantes para toda dogmática ocupada em definir racionalmente. A estrutura é constante: há «O que origina»; além do ser «que é», o «Deus que não é» …</description>
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        <title>DEUS TRANSCENDENTE</title>
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        <description>DEUS TRANSCENDENTE

Christophe Andruzac: RENÉ GUÉNON, A CONTEMPLATION MÉTAPHYSIQUE ET L&#039;EXPÉRIENCE MYSTIQUE

A experiência nos revela que de uma maneira por assim dizer universal a inteligência humana vai utilizar um certo número de procedimentos artísticos para melhor se exprimir. O mais corrente é o emprego do superlativo, em seguida o recurso à hipóstase. Um outro procedimento consiste na utilização da negação — especialmente a negação dos modos de ser ligados ao mundo corporal: se dirá do Se…</description>
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        <title>DEUSA</title>
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        <description>DEUSA

Mãe — Deusa

Adam McLean: The Triple Goddess: An Exploration of the Archetypal Feminine (Hermetic Research Series)

Consultando Adam MacLean, com alguns ajustes em suas colocações, é possível entender que as mitologias antigas, parcialmente derivadas das religiões de mistério e das tradições de iniciação, deram ao homem uma abertura capaz de revelar sua psique e o mundo que a cercava enquanto projeção desta estrutura interior; as forças interiores do homem se viam como os deuses e deusas …</description>
    </item>
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        <title>DEUSES</title>
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        <description>DEUSES

Arendt, A Condição Humana

O Projeto , seja ou não, ele próprio, o argumento do drama cultural que representamos sem conhecê-lo, sem saber, portanto, como se atou e desatará o nó da intriga, compromete o homem com o mundo e o mundo com o homem. Bem se vê, todavia, que o compromisso assumiu formas diversas, em tempos e lugares diversos. Mas, sendo assim, não teremos de admitir que o Projeto não é singulare tantum? Que tantos haja quantos os dramas representados e representáveis? É o que p…</description>
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        <title>DIVINDADE SUPREMA</title>
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        <description>DIVINDADE SUPREMA

Francisco García Bazán

O Deus gnóstico é uma divindade transcendente, e sua transcendência define-se por sua total estranheza e incompreensibilidade em relação ao mundo. O mundo, que, como veremos, é o império do demiurgo, é constituído por uma estrutura na qual não faltam os interesses humanos e que, por isso, não vai além do físico e do psíquico. Consequentemente, toda imagem que o mundo traçar de Deus assumirá uma forma falsa. Mas há mais: se o mundo, por seus próprios mei…</description>
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        <title>DIVINO</title>
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        <description>DIVINO

Segundo a sua concepção não podemos apelar, pretendendo fundamentar e explicar o aparecimento da religião e da cultura, para um conjunto de aspirações, necessidades e ideais humanos, pois essas forças em sua modalidade histórica já supõem em aberto o espaço de sua manifestação. Finalidades, ideais, necessidades, sonhos, já são Einzelformen eines Gesamtstiles des Lebens , desempenhos intramundanos, que supõem e pressupõem uma dotação de sentido prévio.</description>
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        <title>FACE DE DEUS</title>
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        <description>FACE DE DEUS

Face de Deus — Face de Cristo

Evangelho de Jesus: Dar a outra face

Ananda Coomaraswamy: A FACE OBSCURA DA AURORA

Jean Canteins: MYSTÉRES ET SYMBOLES CHRISTIQUES

Considerando as provações de Moisés demandando a Deus o favor de ver sua face (Ex. XXXIII,20), sabe-se que o profeta não foi atendido, só conseguindo ver Deus de costas, quando Ele já tendo passado, se afastava (Seguir Deus).</description>
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        <title>DEUS</title>
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        <description>DEUS

DIVINO — DEUS

Primero, como quiera que pueda decir M. X., su Dios no es ciertamente el nuestro, pues él cree evidentemente, como además todos los Occidentales modernos, en un Dios “personal” (por no decir individual) y un poco antropomorfo, el cual, en efecto,</description>
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