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        <title>CRISTOLOGIA</title>
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        <title>ALMA CRIAÇÃO</title>
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        <description>ALMA CRIAÇÃO

Tomás de Aquino — Summa theologica I, q. XC, art. 2

A ALMA FOI PRODUZIDA POR CRIAÇÃO

A alma racional só pode ter sido feita por criação, o que não se verifica em outras formas. A razão é que, como o ser produzido (fieri) é caminho para o ser, a cada coisa convém a produção do mesmo medo que lhe convém o ser. E o ser se aplica propriamente à coisa que tem o ser mesmo como subsistente em seu próprio ser. De onde se segue que somente as substâncias se chamam própria e verdadeirament…</description>
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        <title>ALMA HOMEM</title>
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        <description>ALMA HOMEM

Tomás de Aquino — Summa theologica I, q. LXXV, art. 4

A ALMA NÃO É O HOMEM

De duas maneiras se pode entender que a alma seja o homem. Uma, que o homem (em geral) é a alma; porém que tal homem (em particular), por exemplo, Sócrates, não é a alma, mas que é um composto de alma e corpo. E digo isto, porque alguns supuseram que só a forma era essencial à espécie; mas que a matéria era parte do indivíduo e não da espécie. O que é falso, porque pertence à natureza da espécie o significad…</description>
    </item>
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        <title>ALMA INCORRUPTÍVEL</title>
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        <description>ALMA INCORRUPTÍVEL

Tomás de Aquino — Summa theologica I, q. LXXV, art. 6

A ALMA HUMANA É INCORRUPTÍVEL

Necessariamente há que dizer que a alma humana, enquanto é princípio intelectivo, é incorruptível. Com efeito, de duas maneiras uma coisa pode corromper-se: por si mesma e acidentalmente (per se et per accidens). É impossível que uma coisa subsistente comece a ser oú deixe de ser acidentalmente, isto é, quando outra coisa começa ou acaba, pois a uma coisa lhe compete a geração ou a corrupção…</description>
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        <title>ALMA INTELECTIVA</title>
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        <description>ALMA INTELECTIVA

Tomás de Aquino — Summa theologica I, q. LXXVI, art. 1

A ALMA INTELECTIVA UNE-SE AO CORPO COMO FORMA

É necessário afirmar que o entendimento, que é princípio da operação intelectual, é a forma do corpo humano.

Porque aquilo em cuja virtude uma coisa opera primordialmente, é a forma dessa coisa à qual se atribui a operação, como a saúde é aquilo por cuja virtude o corpo é primordialmente são, e a ciência aquilo por cuja virtude a alma primordialmente sabe, de onde a saúde é u…</description>
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        <title>ALMA MATÉRIA FORMA</title>
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        <description>ALMA MATÉRIA FORMA

Tomás de Aquino — Summa theologica I, q. LXXV, art. 5

A ALMA NÃO ESTÁ COMPOSTA DE MATÉRIA E FORMA

A alma não tem matéria, e isto se pode provar de duas maneiras. Primeiramente, pela natureza da alma em geral. Porque é próprio da natureza da alma ser forma de um corpo. Ora, ou o é segundo todo seu ser, ou o é só em parte. Se é segundo todo seu ser, é impossível que uma parte sua seja matéria, visto que a matéria é um ente que só em potência, e a forma, enquanto forma, é ato;…</description>
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        <title>ALMA NÃO CORPÓREA</title>
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        <description>ALMA NÃO CORPÓREA

Tomás de Aquino — Summa theologica, I p., quaestio LXXV, art. 1

A ALMA NÃO É CORPÓREA

Para investigar a natureza da alma convém pressupor que se chama alma o primeiro princípio de vida nos viventes que nos rodeiam; já que chamamos animados os seres que vivem, e inanimados os que carecem de vida. E esta se manifesta principalmente por duas operações: as de conhecer e mover-se.</description>
    </item>
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        <description>ALMA SUBSISTENTE

Tomás de Aquino — Summa theologica I, q. LXXV, art. 2

A ALMA HUMANA É SUBSISTENTE

Necessariamente há que afirmar que aquilo que é princípio da operação intelectual e que chamamos alma humana é um princípio incorpóreo e subsistente.

Com efeito: é manifesto para todos que o homem, por meio do entendimento, pode conhecer a natureza de todos os corpos. E é preciso que aquilo que pode conhecer algumas coisas não tenha nenhuma destas em sua natureza; porque aquilo que houvesse nel…</description>
    </item>
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        <title>ALMA SUBSTÂNCIA DIVINA</title>
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        <description>ALMA SUBSTÂNCIA DIVINA

TOMÁS DE AQUINO — SUMMA THEOLOGICA I, Q. XC, ART. I

A ALMA NÃO É PARTE DA SUBSTÂNCIA DIVINA

É manifestamente insustentável dizer que a alma é da substância de Deus. Pois, como consta pelo que foi dito, a alma humana é algumas vezes inteligente em potência, adquire a ciência das coisas de certo modo, e tem diversas faculdades; tudo o que é alheio à natureza de Deus, que é ato puro e nada recebe de outro e não contém em si nenhuma diversidade, segundo fica provado.…</description>
    </item>
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        <title>AQUINO RESURRECTIO</title>
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        <description>AQUINO RESURRECTIO

São Tomás de Aquino e os efeitos da Ressurreição dos mortos
(encontrado sem referência ao autor)

“...o qual transformará o nosso corpo de humilhação para ser conforme o corpo da sua glória.” Fil 3:21.“

A doutrina cristã ensina que no último dia: “levantar-se-ão os que fizeram o bem, para a ressurreição da vida; os que fizeram o mal, para a ressurreição da condenação”. ( Jo 5,29). Com relação aos efeitos da ressurreição para todos os homens, alguns deles foram apontados por …</description>
    </item>
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        <title>DEMPF DOUTRINA DA TOTALIDADE TOMISMO</title>
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        <description>DEMPF DOUTRINA DA TOTALIDADE TOMISMO

Alois Dempf — A Metafísica da Idade Média
Excertos do capítulo “São Tomás de Aquino e a Metafísica do Século XIII”

3. La doctrina de la totalidad como punto de partida del tomismo

El amplio marco de la síntesis total, la distinción entre los universales ante rem, in re et post rem, tal como la ofrecía la teología de San Agustín y enseñaba también en forma parecida Avicena, constituyó la base común de la metafísica escolástica para Alberto Magno y Alejandro…</description>
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        <title>DEMPF DOUTRINA DO ESPÍRITO CRIADOR DIVINO</title>
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        <description>DEMPF DOUTRINA DO ESPÍRITO CRIADOR DIVINO

Alois Dempdf — Metafísica da Idade Média
Excertos do capítulo “São Tomás de Aquino e a Metafísica do Século XIII”

5. La doctrina del Espíritu creador divino

La metafísica del espíritu del Aquinatense está concebida, conforme a su fórmula de unidad arquitectónica, a partir de la morfología crítica, expuesta más arriba, del filósofo a sus treinta años, y se halla consignada ya en el De ente et essentia, del años 1256. Su primera exposición detallada se …</description>
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        <title>DEMPF FÓRMULA ESPIRITUAL TRIPARTITA</title>
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        <description>DEMPF FÓRMULA ESPIRITUAL TRIPARTITA

Alois Dempf — Metafísica da Idade Média
Excertos do capítulo “São Tomás de Aquino e a Metafísica do Século XIII”

4. La fórmula espiritual tripartita del Aquinatense

La categoriología morfológica del Aquinatense constituye el punto de apoyo lógico y empírico de su construcción metafísica fundamental. Se halla caracterizada por los tres puntos de partida siguientes : la totalidad realista como ampliación de su doctrina acerca de la unidad de la forma viva en …</description>
    </item>
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        <description>FELICIDADE VISÃO DIVINO

Tomás de Aquino — Summa theologica I.a Il.ae, q. III, art. 8

A FELICIDADE DO HOMEM CONSISTE NA VISÃO DA ESSÊNCIA DIVINA

A felicidade última e perfeita só pode estar na visão da divina essência, para cuja evidência devem ser consideradas duas coisas: Primeira, que o homem não é perfeitamente feliz enquanto tiver algo por desejar ou buscar. Segundo, que a perfeição de qualquer potência se aprecia pela razão de seu objeto. Ora, o objeto do entendimento é o que é, quer diz…</description>
    </item>
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        <title>HOMEM FELICIDADE</title>
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        <description>HOMEM FELICIDADE

Tomás de Aquino — Summa theologica I.a II.ae, q. V, art. 8

TODO HOMEM DESEJA A FELICIDADE

Pode-se considerar a felicidade de duas maneiras: uma, segundo a razão comum de felicidade; e neste sentido, todo homem, necessariamente, deseja a felicidade. E a razão comum de felicidade é que seja o bem perfeito, como se disse. Mas sendo o bem o objeto da vontade, o bem perfeito de alguém consiste em que o satisfaça totalmente. De onde se segue que desejar a felicidade não é outra coi…</description>
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        <title>HOMEM OBRA</title>
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        <description>HOMEM OBRA

Tomás de Aquino — Summa theologica I.a IIae, q. I, art. 1

O HOMEM OBRA POR UM FIM

Das ações feitas pelo homem, só se chamam propriamente humanas aquelas que são próprias do homem enquanto homem. Diferencia-se o homem das outras criaturas irracionais pelo fato de ser dono de seus atos. Pelo que só se chamam propriamente humanas aquelas ações das quais o homem é dono. Porém o homem é dono de seus atos pela razão e pela vontade, pelo que também o livre arbítrio é chamado a faculdade d…</description>
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        <title>INTELECTO E RAZÃO EM TOMÁS DE AQUINO</title>
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        <description>INTELECTO E RAZÃO EM TOMÁS DE AQUINO

INTELECTO E RAZÃO
VIDE: Intelecto e Razão; Intelecto; Razão; nous; dianoia

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Jean Borella: Excertos de « La Charité profanée »

Tradução de Antonio Carneiro do ORIGINAL

A doutrina de São Tomás de Aquino não difere daquela de Santo</description>
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        <title>SERTILLANGES DA ALMA</title>
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        <description>SERTILLANGES DA ALMA

A.D. Sertillanges — As Grandes Teses da Filosofia Tomista

Da Alma

A — O lugar do ser humano na criação.

Pelo estudo da vida em geral, e da alma, que é o princípio desta vida, já vimos qual o lugar que ocupa o composto humano na escala dos seres. O homem nem é «anjo nem bruto»; nem anjo encarnado, nem bruto elevado; é uma natureza mista, uma natureza composta, que como tal, tem, por assim dizer, uma feição ontológica peculiar, e cujo caráter próprio, irredutível aos eleme…</description>
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        <title>TOMAS DE AQUINO</title>
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        <description>TOMAS DE AQUINO

CRISTOLOGIA — TOMÁS DE AQUINO (1225-1274)

Excertos de Julián Marías — O TEMA DO HOMEM

O século XIII — o centro da Idade Média — significa uma profunda crise na história da filosofia. Acontecem três fatos históricos de primeira ordem, que afetam decisivamente a vida intelectual do tempo: o aparecimento da filosofia aristotélica, transmitida pelos árabes, a partir do Oriente, e pelos espanhóis, sobretudo através da escola de tradutores de Toledo; a fundação das Universidades — P…</description>
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