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        <title>CRISTOLOGIA</title>
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        <title>A LINGUAGEM DE BOEHME É POÉTICA (KPJB)</title>
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        <description>A LINGUAGEM DE BOEHME É POÉTICA (KPJB)

Boehme escreve como fala, e fala apenas como pensa, a fim de se expressar. Para ele, a palavra não é um aparato para notação conceitual; é a expressão viva de uma realidade viva que se forma e se determina no processo de expressão, e é por isso que todos os elementos do discurso (discurso falado) contribuem e devem contribuir para essa expressão: o som, a cadência da frase, a própria repetição, o ritmo mutável de imagens mutáveis e, à primeira vista, incoe…</description>
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        <title>BOEHME - A OBRA DO HOMEM-DEUS (1971)</title>
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        <description>BOEHME - A OBRA DO HOMEM-DEUS (1971)

(Koyré1971)

A noção de imitação de Cristo — como as noções de renascimento, segundo nascimento, encarnação, nascimento de Deus ou de Cristo na alma, ou da alma em Deus — só adquire seu sentido profundo e pleno quando nos damos conta do papel e da natureza da obra realizada por Cristo. Para</description>
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        <title>A REVELAÇÃO DE BOEHME (1971)</title>
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        <description>A REVELAÇÃO DE BOEHME (1971)

(Koyré1971)

É, de fato, uma nova revelação que Boehme acredita estar trazendo, uma revelação final dos grandes mistérios da criação. O termo “revelação” não deve nos surpreender muito. Para todo espiritualista, todo conhecimento do Divino — pelo menos todo conhecimento original e verdadeiro — é uma revelação, um dom e uma inspiração do Espírito Santo. Além disso, é necessariamente um renascimento, um nascimento espiritual. A doutrina é constante: é somente o espíri…</description>
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        <title>BOEHME - ALMA (1971)</title>
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        <description>BOEHME - ALMA (1971)

(Koyré1971)

[...] Se nos recordarmos da imagem que Boehme emprega tão voluntariamente, a imagem da vida paradisíaca que brota, cresce e floresce no corpo material deste mundo (ausgrünet), podemos compreender como ele representava o nascimento do homem novo, dentro do antigo. Esse homem novo, tendo um corpo novo, se gerava no antigo, sendo seu</description>
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        <title>BOEHME, AURORA NASCENTE (KPJB)</title>
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        <description>BOEHME, AURORA NASCENTE (KPJB)

Alexandre Koyré — A Filosofia de Jacob Boehme (KPJB)

Livro II — Primeiro esboço da doutrina: A Aurora Nascente
Ao retraçar a história de sua evolução espiritual Boehme ele mesmo, reparte seus escritos em três grupos distintos</description>
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        <title>COSMOGONIA E SALVAÇÃO (KPJB)</title>
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        <description>COSMOGONIA E SALVAÇÃO (KPJB)

Boehme descreve longamente, em detalhes minuciosos, a vida e o nascimento de plantas, animais, pedras e metais; a interação das forças vitais na natureza, sua luta dentro do corpo do mundo. “Agora”, diz ele, “as pessoas me perguntarão: qual é o significado de tudo isso? O que tudo isso tem a ver com Deus? — Veja, seu espírito meio morto! Se você estivesse vivo, logo perceberia que tudo isso, toda essa vida que murmura e se desenrola no mundo, é Deus e uma expressão …</description>
    </item>
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        <title>DEUS E DIABO (KPJB)</title>
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        <description>DEUS E DIABO (KPJB)

Agora, a primeira coisa que vemos quando nos voltamos para a natureza é a presença e a luta dentro dela de duas forças ou qualidades opostas, a do bem e a do mal. O bem e o mal estão em toda parte, em todas as coisas, em todas as qualidades; são distintos, opostos e, ainda assim, indissoluvelmente unidos e ligados,</description>
    </item>
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        <title>BOEHME - DOUTRINA DAS &quot;ASSINATURAS&quot; (1971)</title>
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        <description>BOEHME - DOUTRINA DAS &quot;ASSINATURAS&quot; (1971)

(Koyré1971)

De fato, como é que uma palavra que ouvimos ou lemos é compreendida por nós? O que isso significa? Isso implica evidentemente que essa palavra ou, em geral, essa ação do objeto percebido (ou do espírito), ao se comunicar conosco, age sobre nossa alma, provoca em nós ideias, pensamentos, imagens; isso implica o fato de que temos em nós mesmos a possibilidade (poder) de produzi-las, e que, além disso, contemos e possuímos em nós, virtualment…</description>
    </item>
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        <title>BOEHME - DU MAL, DE LA LIBERTÉ, DE L&#039;ÊTRE, DU MONDE ET DE DIEU (PJB:72-76)</title>
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        <description>BOEHME - DU MAL, DE LA LIBERTÉ, DE L&#039;ÊTRE, DU MONDE ET DE DIEU (PJB:72-76)

Extrato de KOYRÉ, Alexandre. La philosophie de Jacob Boehme. Étude sur les origines de la métaphysique allemande. Paris: Vrin, 1971

Des deux côtés se pose le même problème du mal : comment, si Dieu est bon, s&#039;il est la joie et la bonté elle-même, si, en même temps, il est la source dernière de toute réalité, le mal est-il possible? D&#039;autre part, si dans le monde et l&#039;âme elle-même le mal est si visiblement présent, comm…</description>
    </item>
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        <title>FORMATO DA DOUTRINA DE BOEHME (KPJB)</title>
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        <description>FORMATO DA DOUTRINA DE BOEHME (KPJB)

Jacob Boehme tinha grande consideração pelos sábios pagãos e seus discípulos modernos, os astrólogos e alquimistas. Os sábios pagãos haviam penetrado profundamente nos segredos da natureza. Tinham toda a razão em proclamá-la divina. Reconheceram que a natureza estava viva, imbuída das forças e dos eflúvios da Divindade. Sentiram essa vida divina (toda vida é divina em sua essência suprema) borbulhando e brincando no</description>
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        <title>BOEHME, GRUND, UNGRUND, ABGRUND (1971)</title>
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        <description>BOEHME, GRUND, UNGRUND, ABGRUND (1971)

Alexandre Koyré — A FILOSOFIA DE JACOB Boehme (Koyré1971)

GRUND — UNGRUND — ABGRUND

[...] A tendência à manifestação é absolutamente geral. É por isso que o ser puro e absolutamente indeterminado deseja uma limitação, para se revelar nela. De fato, o ilimitado e o indeterminado se revelam e se manifestam no limitado e no determinado, seus contrários. Dessa forma, os opostos se convocam, se opõem, se condicionam e se implicam. Eles não se identificam, mas…</description>
    </item>
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        <title>BOEHME - HÁ NO HOMEM UM TRAÇO DIVINO (1971)</title>
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        <description>BOEHME - HÁ NO HOMEM UM TRAÇO DIVINO (1971)

Essa liberdade e essa independência do ser espiritual em relação a Deus não fazem dele, no entanto, um ser “separado” dele. Há no homem um traço Divino, a Bildniss, a imagem divina, o germe, semente de graça, promessa e Verbo que Deus insuflou nele. Essa Bildniss é o próprio homem, sua essência eterna, a imagem de Deus da qual ele é (em seu ser empírico) uma cópia pálida e perturbada; ela é uma expressão ou uma teofania individual de Deus (na qual Deu…</description>
    </item>
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        <title>BOEHME - INTERPRETAÇÃO DAS ESCRITURAS (1971)</title>
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        <description>BOEHME - INTERPRETAÇÃO DAS ESCRITURAS (1971)

(Koyré1971)

É bem conhecida a importância que, nos meios protestantes, a questão da interpretação das Escrituras assumiu desde o início do movimento da Reforma. Admitia-se comumente nos meios espiritualistas que, para compreender o sentido da palavra divina, era necessário ser inspirado por Deus, que o mesmo Espírito que ditou aos profetas a revelação divina deveria inspirar aqueles que tentavam compreendê-la e penetrar seu sentido. Admitia-se també…</description>
    </item>
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        <title>PROBLEMA DO MAL EM BOEHME (1971)</title>
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        <description>PROBLEMA DO MAL EM BOEHME (1971)

O grande problema que domina todo o seu pensamento é o tradicional problema duplo do mal e da relação entre Deus e o mundo. Boehme tinha uma intuição metafísica tripla: a intuição da liberdade incorporada no ser; a intuição do espírito se expressando por meio do corpo; e a intuição da dupla necessidade — para o ser e o pensamento — de uma luta e oposição entre opostos, cuja síntese constitui a vida.</description>
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        <title>ALEXANDRE KOYRÉ – A FILOSOFIA DE JACOB BOEHME</title>
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        <description>ALEXANDRE KOYRÉ – A FILOSOFIA DE JACOB BOEHME
La Philosophie de Jacob Boehme. Étude sur les origines de la metaphysique allemande (Koyré1971, Vrin, 1971)Talvez o mais importante estudo sobre o pensamento de Boehme, escrito por um filósofo que dedicou grande parte de seus estudos à fenomenologia e em particular à história da ciência moderna.</description>
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