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Espelho

Espelho das almas simples e nadificadas. Le Miroir des âmes simples anéanties et qui seulement demeurent en vouloir et désir d'amour.

  • Capítulo 1. Prólogo
  • Capítulo 2. Do empreendimento do Amor, e por que ele mandou fazer este livro
  • Capítulo 3. Onde o Amor fala dos mandamentos da Santa Igreja
  • Capítulo 4. Da nobre virtude da Caridade, e como ela só obedece ao Amor
  • Capítulo 5. Da vida que se chama “paz de caridade em vida aniquilada”
  • Capítulo 6. Como a alma amante de Deus, vivendo em paz de caridade, despede-se das Virtudes
  • Capítulo 7. Como esta alma é nobre, e como ela não se preocupa com nada
  • Capítulo 8. Como a Razão se admira de que esta alma tenha abandonado as Virtudes, e como o Amor as elogia
  • Capítulo 9. Como estas almas não têm vontade própria
  • Capítulo 10. Como, a pedido da Razão, o Amor nomeia esta alma com doze nomes para uso dos ativos
  • Capítulo 11. Como, a pedido da Razão, o Amor dá conhecimento desta alma aos contemplativos, explicando nove pontos mencionados anteriormente
  • Capítulo 12. A verdadeira maneira de entender o que este livro diz em muitos lugares, a saber, que a alma aniquilada não tem vontade
  • Capítulo 13. Como a Razão se satisfaz com a explicação das coisas ditas para os contemplativos e os ativos, mas ela ainda faz perguntas para as pessoas comuns
  • Capítulo 14. Como esta alma conhece a Deus pela fé
  • Capítulo 15. Onde se fala do Santíssimo Sacramento do altar
  • Capítulo 16. Onde o Amor responde à Razão sobre o que ele disse que a alma sabe tudo e não sabe nada
  • Capítulo 17. Onde o Amor responde à Razão
  • Capítulo 18. Como estas criaturas não podem mais falar de Deus
  • Capítulo 19. Como a Fé, a Esperança e a Caridade pedem ao Amor o conhecimento destas almas
  • Capítulo 20. O Amor responde à Razão sobre o que ele disse que ninguém conhece estas almas, a não ser Deus
  • Capítulo 21. O Amor responde à censura da Razão, a propósito do que este livro diz, que estas almas se despedem das Virtudes
  • Capítulo 22. Como esta alma é comparada à águia, e como ela se despede da Natureza
  • Capítulo 23. Como esta alma tem dois pilares, e como ela está embriagada daquilo que nunca bebe
  • Capítulo 24. Em que tempo estas almas estão na reta liberdade do Puro Amor
  • Capítulo 25. A Razão pergunta ao Amor se estas almas sentem alguma alegria em si mesmas
  • Capítulo 26. Como esta alma não ama nada, a não ser por amor de Deus
  • Capítulo 27. Como a Meditação-do-Puro-Amor tem uma única intenção
  • Capítulo 28. Como esta alma nada no oceano da Alegria
  • Capítulo 29. A Razão pergunta ao Amor em que momento esta alma está na pura liberdade do Amor
  • Capítulo 30. Como a Razão pede ao Amor que satisfaça esta alma dizendo de Deus tudo o que se pudesse dizer e declarar
  • Capítulo 31. Como o Amor acalma a alma porque ela deu ao seu esposo tudo o que tinha
  • Capítulo 32. Como o Amor faz durar estas almas em seu sentido
  • Capítulo 33. A alma se admira quando pensa nos dons da bondade de Deus
  • Capítulo 34. Como a alma diz que não pode nada por si mesma
  • Capítulo 35. Como esta alma censura a Razão, e diz que é amada por Deus sem começo
  • Capítulo 36. Como a alma é livre e não está mais sujeita à Razão
  • Capítulo 37. Onde a alma diz que, no paraíso, seus pecados serão conhecidos para sua maior glória
  • Capítulo 38. Como a alma reconhece a cortesia do Amor ao reconhecer perfeitamente a sua pobreza
  • Capítulo 39. Como a Razão quer servir esta alma e ser sua escrava
  • Capítulo 40. Como o Amor chama esta alma de sumamente sábia, e por quê
  • Capítulo 41. Como a alma não sente nenhuma tristeza pelos pecados que já cometeu, nem nenhuma esperança pelo bem que já fez
  • Capítulo 42. Como o Espírito Santo ensina o que sabe esta alma, o que ela quer e o que ela tem
  • Capítulo 43. Como estas almas são chamadas de “Santa Igreja”, e o que a Santa Igreja pode dizer delas
  • Capítulo 44. Qual é o exercício da alma que definha de amor, e em que estado se encontra a alma que está morta de amor
  • Capítulo 45. Como aqueles que não têm vontade vivem na liberdade da caridade
  • Capítulo 46. Como a alma tem conhecimento do que a ultrapassa, na medida em que, em sua opinião, ela não conhece nada de Deus além daquilo que, nele, a ultrapassa
  • Capítulo 47. Como a alma chegou ao conhecimento do seu nada
  • Capítulo 48. Como a alma não é livre quando deseja que a vontade de Deus seja feita nela para sua honra
  • Capítulo 49. Como é nobre esta alma que não tem vontade
  • Capítulo 50. Como esta alma traz a marca de Deus, tal como a cera a de um selo
  • Capítulo 51. Como esta alma é semelhante à divindade
  • Capítulo 52. Como o Amor elogia esta alma, e como ela permanece na abundância e nas riquezas do amor divino
  • Capítulo 53. Como a Razão pede explicação do que foi dito acima
  • Capítulo 54. A Razão pergunta de quantas mortes é preciso que a alma morra antes que se entenda este livro
  • Capítulo 55. Como o Amor responde às perguntas da Razão
  • Capítulo 56. Como as Virtudes se queixam do Amor que lhes dá tão pouca honra
  • Capítulo 57. Daqueles que estão no estado dos desgarrados, e como eles são escravos e mercadores
  • Capítulo 58. Como as almas aniquiladas estão no quinto estado com o seu Amado
  • Capítulo 59. Do que viveu esta alma; como e quando ela está sem si mesma
  • Capítulo 60. Como é preciso morrer de três mortes antes de chegar à vida livre e aniquilada
  • Capítulo 61. Onde o Amor fala dos sete estados da alma
  • Capítulo 62. Daqueles que estão mortos para o pecado mortal e nascidos para a vida da graça
  • Capítulo 63. Como o Amor trata como vilões aqueles para quem basta ser salvos
  • Capítulo 64. Onde se fala das almas mortas para a vida segundo o espírito
  • Capítulo 65. Onde se fala daqueles que se sentam na alta montanha, acima dos ventos
  • Capítulo 66. Como a alma se alegra por ter-se despedido da Razão e das outras Virtudes
  • Capítulo 67. Onde se fala da terra onde esta alma habita, e da Trindade
  • Capítulo 68. Como esta alma está unida à Trindade por operação divina, e como ela trata de asnos aqueles que vivem do conselho da Razão
  • Capítulo 69. Onde a alma diz que o exercício das Virtudes não passa de inquietação e trabalho
  • Capítulo 70. Como esta alma é o que é pela graça de Deus
  • Capítulo 80. Como a alma canta e descanta
  • Capítulo 91. Como a vontade destas almas é a vontade do Amor; qual é a razão disso
  • Capítulo 92. Como a alma se desembaraça de Deus, de si mesma e do seu próximo
  • Capítulo 93. Onde se fala da paz da vida divina
  • Capítulo 94. Da linguagem da vida divina
  • Capítulo 95. Como a terra dos desgarrados está distante da terra daqueles que estão aniquilados
  • Capítulo 96. Onde a alma fala à Trindade
  • Capítulo 97. Como o paraíso não é outra coisa senão ver a Deus
  • Capítulo 98. A Razão pergunta o que fazem aqueles cujo estado está acima de seus pensamentos
  • Capítulo 99. Como as pessoas que estão neste estado estão em soberania sobre todas as coisas
  • Capítulo 100. Como há uma grande diferença entre os anjos
  • Capítulo 101. Como esta alma não quer fazer nada, de modo que nada lhe falta, nem mais do que ao seu amado
  • Capítulo 102. Onde o Entendimento-da-alma-aniquilada mostra como é lamentável que a malícia prevaleça sobre a bondade
  • Capítulo 103. Onde se mostra o que significa que o justo caia sete vezes por dia
  • Capítulo 104. Onde a alma diz como Deus lhe deu a sua livre vontade
  • Capítulo 105. O que significa que o justo caia sete vezes por dia
  • Capítulo 106. Como a alma declara o conjunto de seus pedidos
  • Capítulo 107. Onde começam os pedidos da alma
  • Capítulo 108. Uma bela consideração para evitar o pecado
  • Capítulo 109. Como a alma se admira de não poder satisfazer suficientemente por suas faltas
  • Capítulo 110. Como a arte, na criatura, é uma habilidade sutil, que está na substância da alma
  • Capítulo 111. Da diferença entre a unção da paz e a guerra que faz a censura ou remorso da consciência
  • Capítulo 112. Da bondade eterna que é amor eterno
  • Capítulo 113. Pensar na paixão de Jesus Cristo faz com que tenhamos vitória sobre nós mesmos
  • Capítulo 114. Se a criatura humana pode permanecer viva enquanto está sem si mesma
  • Capítulo 116. Como a alma se alegra com a provação do seu próximo
  • Capítulo 117. Como esta alma mostra que é o exemplo da salvação de toda criatura
  • Capítulo 118. Dos sete estados da alma devota, que também são chamados de “seres”
  • Capítulo 119. Como a alma que mandou escrever este livro se desculpa de tê-lo feito tão longo em palavras, embora pareça curto e breve às almas que permanecem no nada e que vieram por amor a este estado
  • Capítulo 120. Como a Verdade elogia estas almas
  • Capítulo 121. Onde a Santa Igreja elogia esta alma
  • Capítulo 122. Onde a alma começa a sua canção
  • Capítulo 123. A primeira consideração é sobre os apóstolos
  • Capítulo 124. A segunda consideração é sobre Madalena
  • Capítulo 125. A terceira consideração é sobre São João Batista
  • Capítulo 126. A quarta consideração é sobre a Virgem Maria
  • Capítulo 127. A quinta consideração é sobre a união da natureza divina com a natureza humana na pessoa do Filho
  • Capítulo 128. A sexta consideração é sobre os tormentos da humanidade do Filho de Deus por nós
  • Capítulo 129. A sétima consideração é sobre os Serafins: como eles estão unidos à vontade divina
  • Capítulo 130. Onde a alma fala de três belas considerações e reflexões; como ela não conhece do poder, da sabedoria e da bondade divinos senão o que conhece da sua própria fraqueza, da sua tolice e da sua maldade
  • Capítulo 131. Onde a alma diz que ela só quer a vontade de Deus
  • Capítulo 132. Como a Justiça, a Misericórdia e o Amor vêm à alma quando ela sai da sua infância
  • Capítulo 133. Onde a alma diz que as considerações acima são para os desgarrados, e ela mostra novamente quem são os desgarrados, e como estas considerações são feitas na vida segundo o espírito
  • Capítulo 134. Como a alma é perfeita em seu estado quando a Santa Igreja não pode tomar exemplo em sua vida
  • Capítulo 135. Como estão enganados aqueles a quem basta governar-se na afeição da vida segundo o espírito
  • Capítulo 136. Como toda obra é proibida à alma aniquilada
  • Capítulo 137. Como esta alma é professa em sua religião, e como ela bem guardou a regra
  • Capítulo 138. Como a alma retorna ao seu primeiro estado
  • Capítulo 139. Como a Natureza é sutil em muitos pontos
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