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JOÃO VI

OrígenesCOMENTÁRIOS AO EVANGELHO DE JOÃO

  • LIVRO VI
    • Prólogo do Livro VI
      • Preâmbulo do Livro VI
        • Elementos autobiográficos
        • Os homens e os fatos
        • Os motivos
        • A retomada
        • Os taquígrafos
      • Os testemunhos de João Batista
        • Os santos do AT
        • A reencarnação
        • As questões sobre a alma
        • A exegese de Heracleon
  • A mulher se torna homem
  • João e sua vestimenta
  • A salvação dos psíquicos e dos espirituais
  • A tétrade
    • Os frutos
    • A descida aos infernos
    • Capacidade e dignidade
    • A ignorância do Batista
    • A presença do Verbo na criação
    • A beleza do “Cosmo”
    • O lugar de testemunho de João: Bethabara além do Jordão
    • O opróbrio do Egito
    • A Redenção
    • Os mártires
    • A subida junto ao Pai
    • Os sofrimentos purificadores dos pecadores
    • A descida à Cafarnaum
      • As contradições dos evangelhos
      • O lugar de Deus
      • O impossível
      • A descida à Cafarnaum
      • Páscoa de Deus e Páscoa do Judeus
      • Os alimentos espirituais
    • O mercadores caçados do templo
      • A Igreja
      • A ab-rogação da figura
      • A alma
    • O templo destruído e reconstruído em três dias
      • “O templo de seu corpo”
      • A morte
      • Os três dias da ressurreição
      • O autor da ressurreição: o Deus uno e trino
      • O momento da ressurreição
      • O fruto da ressurreição: a fé
    • Análise do Livro VI
      • Preâmbulo
        • Calma necessária a toda construção
        • A interrupção do comentário
        • Sua retomada
      • Testemunhos de João Batista
        • Eis o testemunho de João
  • Seu primeiro testemunho
    • Versículo 16 a 18 são a atribuir ao Batista, figura do AT
    • Os maiores dentre os patriarcas e profetas conheceram o Cristo
    • Conheceram a ciência dos viventes
    • Compreenderam os mistérios ocultos sob suas visões, suas palavras, seus atos
    • Diferença entre o conhecimento do mistério e a visão de sua realização
    • Os cristão devem defender o AT contra os heréticos
    • Retomada da discussão sobre a atribuição dos versículos 16 a 18
    • Verdade em si e verdade das criaturas
    • A Justiça, a Vida, o Cristo — as justiças, as vidas, os cristos
  • Os dois testemunhos seguintes
    • O relato histórico
    • Atitude dos interlocutores de Jesus
      • Então os Judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para lhe perguntar: Tu, quem és? Ele confessou e não negou. Ele confessou: Não sou eu o Cristo.
  • Aproximação entre as questões postas pelos judeus e por João a Jesus
  • A espera do Messias
    • Ele lhes demandaram: Então quem? És tu Elias? Ele respondeu: Não, não o sou.
  • A vinda de Elias antes daquela do Cristo
  • Uso do texto pelos partidários da reencarnação
  • Diferença entre a alma, o espírito, o poder
  • Impossibilidade para os judeus de ignorar o nascimento de João
  • Impossibilidade para João de ignorar sua própria existência anterior
  • Os judeus talvez cressem no fim do mundo iminente
  • Muitos ignoraram o nascimento de Jesus
  • A falsa identificação de Elias e de Fineias pode explicar esta de Elias e de João
  • Questões sobre o destino da alma
    • És tu o profeta? Ele respondeu: não
  • João é um profeta, não o profeta, que é Cristo
    • Eles lhe disseram então: Quem és tu? Para que demos uma resposta àqueles que nos enviaram. Que dizes de ti mesmo?
  • Questão dos sacerdotes e dos levitas
    • Ele disse: Eu sou a voz daquele que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías.
  • João é a voz
  • Necessidade e natureza do clamor
  • O caminho do Senhor
  • A interpretação de Heracleon
    • O Salvador é o Verbo, João a voz, os profetas um rumor
    • Diferença entre João e seu exterior
    • Motivo da escolha dos sacerdotes e dos levitas
  • Havia também enviados dos fariseus; eles lhe questionaram e eles lhe disseram: Porque então batizas se tu não és nem o Cristo, nem Elias, nem o profeta?
    • Hipocrisia e jactância dos fariseus
    • Sua questão: quem tem o direito de batizar?
    • Comparação com os evangelhos sinóticos
  • Marcos
  • Mateus
  • Lucas
  • Abordagens diferentes endereçadas às multidões e aos fariseus
  • O ou os frutos que lhes são demandados
  • Necessária visão de conjunto das diversas atitudes para com o Batista
  • João lhes respondeu: Eu, eu batizo na água. Mas há no meio de vós alguém que não conheceis; ele vem depois de mim e não sou digno de desamarrar a correia de sua sandália.
    • Pertinência da resposta de João
    • Grandeza de Jesus
    • Passagens paralelas dos sinóticos
  • Citações
  • Discussão do texto de Mateus
  • O texto de Marco
  • A interpretação espiritual das sandálias de Jesus
    • Comparação de João e dos sinóticos
  • Capacidade e dignidade
  • As sandálias e a sandália
    • A presença do Verbo
  • Em toda a criação
  • No coração do homem
  • Como o Cristo vem depois do Batista
  • Firmeza da atitude do Cristo
    • A interpretação de Heracleon
  • Só pensa na vinda visível do Senhor
  • João confessa sua indignidade em face de Jesus
  • O Batista seria o símbolo do Criador
  • A sandália, figura do mundo
    • Presença de Deus no universo
  • Isto se passou em Bethabara além do Jordão onde João batizava
    • Necessidade de substituir Betânia por Bethabara
  • Prova
  • Erros análogos
    • O Jordão — uma descida, segundo seu nome — é figura do Verbo feito carne
    • Os diversos atributos do Salvador a respeito dos diferentes estados da alma
    • Interpretação espiritual da passagem do Jordão
    • Uma Páscoa nova segue-se à passagem do Jordão
    • Elias e Eliseu
    • Naaman, o Sírio
    • O Jordão, único rio salutar
    • Rio do Egito, domínio do inimigo — Jordão, domínio de Deus
  • Na manhã, ele viu Jesus vir a ele
    • O primeiro encontro de Jesus e do Batista
    • Progressão e cronologia dos testemunhos de João
    • Ensinamentos complementares fornecidos pelos diferentes evangelhos
  • Ele disse: Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo
    • Os diversos sacrifícios dos judeus, imagens de realidades espirituais
    • O cordeiro imolado em sacrifício perpétuo
    • O Cordeiro de Deus: o homem Jesus
    • Os mártires
    • Eficacidade do sacrifício do Cristo
    • Ele deve se purificar junto ao Pai
    • Só o Cristo consentiu em habitar junto dos homens pecadores
    • A redenção é a princípio a obra de Deus
    • Sofrimentos purificadores infligidos aos pecadores
    • Sentido da palavra “cosmo” neste versículo
    • Interpretação de Heracleon
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