De la Triple Vie de L’Homme
Selon le mystère des trois principes
de la manifestation divine
Écrit, d’après une élucidation divine,
par Jacob Boehme,
autrement dit le Philosophe teutonique,
en l’année 1620.
Traduction de Louis-Claude de Saint-Martin
Fundamento elevado e profundo da vida tripla do homem, estabelecido sobre os três princípios,
No qual se demonstra claramente o que há de eterno e o que há de mortal;
Por que Deus (que é o bem supremo) criou todas as coisas à luz;
Por que também uma coisa está sempre em oposição à outra e a destrói,
E assim o que há de verdadeiro e o que há de falso, e como uma coisa se separa da outra;
Em que consistem particularmente os três princípios, que são a única origem e a única fonte de onde as coisas decorrem e são geradas;
Onde, sobretudo, se reconhecerá claramente a multiplicidade das opiniões religiosas; de onde pôde nascer entre os filhos dos homens uma tão grande diversidade de opiniões sobre a essência e a vontade de Deus; da mesma forma, o que é útil e necessário que o homem faça para se tornar participante do bem eterno;
Além disso, sobre o desfecho e o fim de todas as coisas; por que cada coisa se manifesta sob tal propriedade e sob tal essência,
Para o alívio das infelizes almas humanas feridas e doentes, e para a reedição da verdadeira religião cristã, onde o Anticristo é inteiramente despojado e exposto.
Redigido para nós mesmos, como um memorial e um apoio nestes tempos de desorientação, de misérias e de perturbações (o tradutor considera necessário observar que isto foi escrito pelo autor no século XVII).
Índice
Da presente edição
CAPÍTULO I
CAPÍTULO II
CAPÍTULO III
Da sexta forma da natureza, e também um aviso tocante ao conhecimento divino.
Da sétima forma da natureza eterna, a porta manifestada do ser dos seres.
CAPÍTULO IV
Da sétima forma da natureza, da substancialidade ou da corporalidade. Ademais, das três pessoas na Divindade.
A portentosa porta no centro, a ser altamente considerada.
A Porta no santo Ternário.
CAPÍTULO V
Da cara e nobilíssima Virgem, a sabedoria de Deus e do mundo angélico. A segunda porta no santo Ternário, a ser altamente considerada.
A cara e profunda porta do Homem, a ser altamente considerada.
A Porta e a diferença entre a Substancialidade e o Elemento, e entre o Paraíso e o Céu.
A Porta deste mundo.
CAPÍTULO VI
CAPÍTULO VII
Como devemos buscar o que perdemos.
A Porta do céu firmamentário com as estrelas e os elementos, e da vida tripla do homem. A nobre pedra dos sábios posta espiritualmente em verdadeira luz.
CAPÍTULO VIII
Que além desta vida terrestre, há ainda uma outra vida em nós.
A verdadeira Porta aberta. Como um homem pode buscar-se e encontrar-se a si mesmo. Donde teve seu começo, e o que lhe acontecerá no fim.
A Porta preciosíssima.
CAPÍTULO IX
Da vida tripla, do impulso e de todo o regime do homem neste mundo, altamente a considerar.
A porta da base profunda do homem.
CAPÍTULO X
Mais amplamente da criação de todos os seres, e como o homem deve buscar-se e encontrar-se, e como pode encontrar todos os segredos até o número 9, e não mais além.
CAPÍTULO XI
Do verdadeiro conhecimento do homem.
A Porta da grande dor e sofrimento. Como a imagem é destruída no corpo da mãe, enquanto ela (a imagem) ainda está em enxofre; de modo que de várias imagens segundo o espírito, vem um animal, um sapo, uma serpente que se dá a conhecer suficientemente por seu ser, sua conversação e sua vontade, e se não fosse ajudada novamente por Deus em Cristo para que fosse de novo regenerada, permaneceria assim eternamente em sua figura.
A grande Porta aberta do Anticristo.
A preciosíssima Porta.
A Porta de Emanuel.
CAPÍTULO XII
Da vida e da conduta cristã; o que o homem tem a fazer neste vale de misérias para operar a obra de Deus, e obter assim por meio dela o bem eterno, altíssimo.
Uma porta do caminho do reino de Deus, através deste mundo; como devemos andar por ele.
CAPÍTULO XIII
Dos importantes testamentos de Cristo; a bela coroa de pérolas da nobilíssima pedra do grande mistério e da pedra dos filósofos, onde as igrejas anticristãs dançam ao redor, e sempre a buscam, mas não pelos verdadeiros princípios, nem onde ela está.
Magia (procedente) das grandes maravilhas.
CAPÍTULO XIV
CAPÍTULO XV
CAPÍTULO XVI
Da oração e do jejum, e da verdadeira preparação para o reino de Deus; o que é a oração, e o que ela opera; qual é seu poder e sua utilidade final. Para a instrução e consolação da verdadeira, sincera e simples cristandade, e para nos mantermos constantemente despertos a fim de nos tornarmos dignos de ouvir a voz do nobre esposo que chama sua esposa, e que quer levá-la para casa.
Assim concebei-nos de vosso melhor.
A primeira oração.
A segunda oração.
A terceira oração.
A quarta oração.
A quinta oração.
A sexta oração.
A sétima oração.
Do amém da conclusão.
CAPÍTULO XVII
CAPÍTULO XVIII