TANNER, André. Gnostiques de la Révolution. Fabre d'Olivet. Paris: Egloff, 1946
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Soltou o Érebo, a obscuridade ocidental, que, tomando um movimento alternativo de saída e retorno, seguiu e seguirá esse movimento periódico até o completo ressecamento das águas sobre a Terra.
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Mas a Iôna, não encontrando lugar de repouso para comunicar sua ação geradora, voltou a ele, à Thebah, porque as águas ocupavam ainda toda a superfície terrestre: desdobrou então sua potência e, tendo-a retirado, a fez vir a ele para a Thebah.
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Mas ela só voltou a ele, essa faculdade plástica da Natureza, no tempo mesmo do Érebo, qual uma pomba fugindo do negro corvo: uma sublimação da essência ígnea fora apreendida por sua faculdade concepitiva; de modo que Noé reconheceu por esse sinal que as águas se haviam aliviado sobre a Terra.