A força atrativa da imaginação, despertada pelo desejo, atua como um mecanismo capaz de gerar realidades concretas e submeter o mundo à vontade humana.
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Explicação sobre a união do espírito humano ao espírito do mundo através de um vínculo físico que possibilita a obediência das forças naturais aos sinais e desejos do homem.
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Analogia entre o comando sobre os espíritos animais e o controle sobre os espíritos da natureza com base nos relatórios entre microcosmo e macrocosmo.
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Conceituação da natureza como um oceano de energia derivado de uma força original única, cujo conhecimento decifra o enigma do Universo.
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Busca de soluções em Deus, no homem e na natureza em oposição aos sistemas complexos da falsa Aufklärung.
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Definição da ciência universal em contraposição às ciências limitantes, ilustrada pela citação de Saint—Martin em que se pede aos sábios o esquecimento dos saberes que lhes vendaram os olhos.
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Presença de referências ao Homem de Desejo do Philosophe Inconnu e menção a uma luz intermediária entre a intelectual e a física, denominada causa ativa e inteligente.
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Caracterização da analogia como o verdadeiro meio de transição entre os planos, correspondendo à inteligência assim como a beleza corresponde ao olho e a harmonia ao ouvido.
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Vinculação prática do presente com o passado e deste com o futuro, servindo de base para a predição do porvir.
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Possibilidade de contato entre almas assimiladas independentemente do tempo e do espaço.
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Apontamento de lacuna na filosofia de Kant por romper a cadeia dos seres e criar um abismo entre o noumeno e o fenômeno.
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Superação da divisão kantiana por meio da lei analógica da progressão da unidade.
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Crítica ao erro do idealismo em isolar os elementos sem considerar o encadeamento geral.
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Progressão do tempo e do espaço exemplificada pela ligação da terra com a água pelo frio, e da água com o ar pela umidade.
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Correspondência entre a forma na esfera inferior e a força na esfera superior.
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Compreensão de mistérios pelo coração por meio do estudo dos símbolos, inacessíveis à pura inteligência.
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Significado simbólico do ato de inclinar a cabeça ao subir uma encosta e erguê—la ao descer, indicando a necessidade da humildade para a ascensão.