O simbolismo das mãos unidas em relação ao Nome Sagrado baseia-se na contagem das falanges.
-
A contagem a partir do polegar resulta no número treze para cada mão, valor que expressa a unidade.
-
As duas mãos somam vinte e seis, valor numérico do Nome Sagrado.
-
No rito da elevação das mãos, a escrita por extenso das quatro letras resulta em vinte e oito letras, correspondendo às vinte e oito falanges visíveis.
-
As falanges dos polegares carregam a letra he escrita por extenso.
-
A elevação das mãos por Moisés durante a batalha contra Abimeleque determinava a vitória de Israel.
-
O número vinte e oito corresponde também à palavra hebraica para força.
-
As mãos funcionam como os dois pratos da balança suspensa ao princípio, onde os pratos equivalem à letra kaph e o princípio à letra yod, resultando no valor cinquenta ligado ao retorno e à justiça.
-
A união gráfica das letras forma a palavra boca, indicando que a mão fala.
-
A leitura das mãos afasta-se da adivinhação vulgar e reúne o sistema planetário no interior da mão.
-
O monte sob o polegar corresponde a Vênus; o do indicador, a Júpiter; o espaço intermediário, a Marte; o do dedo médio, a Saturno; o do anular, ao Sol; o do mínimo, a Mercúrio; e o monte inferior oposto, à Lua.
-
O paralelo entre as mãos e os planetas demonstra a ligação entre o macrocosmo e o microcosmo.