LIVRO VI
A mulher se torna homem
João e sua vestimenta
A salvação dos psíquicos e dos espirituais
A tétrade
Os frutos
A descida aos infernos
Capacidade e dignidade
A ignorância do Batista
A presença do Verbo na criação
A beleza do “Cosmo”
O lugar de testemunho de João: Bethabara além do Jordão
O opróbrio do Egito
A Redenção
Os mártires
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Os sofrimentos purificadores dos pecadores
A descida à Cafarnaum
O mercadores caçados do templo
A Igreja
A ab-rogação da figura
A alma
O templo destruído e reconstruído em três dias
“O templo de seu corpo”
A morte
Os três dias da ressurreição
O autor da ressurreição: o Deus uno e trino
O momento da ressurreição
O fruto da ressurreição: a fé
Análise do Livro VI
Seu primeiro testemunho
Versículo 16 a 18 são a atribuir ao Batista, figura do AT
Os maiores dentre os patriarcas e profetas conheceram o Cristo
Conheceram a ciência dos viventes
Compreenderam os mistérios ocultos sob suas visões, suas palavras, seus atos
Diferença entre o conhecimento do mistério e a visão de sua realização
Os cristão devem defender o AT contra os heréticos
Retomada da discussão sobre a atribuição dos versículos 16 a 18
Verdade em si e verdade das criaturas
A Justiça, a Vida, o Cristo — as justiças, as vidas, os cristos
Os dois testemunhos seguintes
O relato histórico
Atitude dos interlocutores de
Jesus
Aproximação entre as questões postas pelos judeus e por João a
Jesus
A espera do Messias
A vinda de Elias antes daquela do Cristo
Uso do texto pelos partidários da reencarnação
Diferença entre a alma, o espírito, o poder
Impossibilidade para os judeus de ignorar o nascimento de João
Impossibilidade para João de ignorar sua própria existência anterior
Os judeus talvez cressem no fim do mundo iminente
Muitos ignoraram o nascimento de
Jesus
A falsa identificação de Elias e de Fineias pode explicar esta de Elias e de João
Questões sobre o destino da alma
João é um profeta, não o profeta, que é Cristo
Questão dos sacerdotes e dos levitas
João é a voz
Necessidade e natureza do clamor
O caminho do Senhor
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O Salvador é o Verbo, João a voz, os profetas um rumor
Diferença entre João e seu exterior
Motivo da escolha dos sacerdotes e dos levitas
Havia também enviados dos fariseus; eles lhe questionaram e eles lhe disseram: Porque então batizas se tu não és nem o Cristo, nem Elias, nem o profeta?
Marcos
Mateus
Lucas
Abordagens diferentes endereçadas às multidões e aos fariseus
O ou os frutos que lhes são demandados
Necessária visão de conjunto das diversas atitudes para com o Batista
João lhes respondeu: Eu, eu batizo na água. Mas há no meio de vós alguém que não conheceis; ele vem depois de mim e não sou digno de desamarrar a correia de sua sandália.
Citações
Discussão do texto de Mateus
O texto de Marco
A interpretação espiritual das sandálias de
Jesus
Capacidade e dignidade
As sandálias e a sandália
Em toda a criação
No coração do homem
Como o Cristo vem depois do Batista
Firmeza da atitude do Cristo
Só pensa na vinda visível do Senhor
João confessa sua indignidade em face de
Jesus
O Batista seria o símbolo do Criador
A sandália, figura do mundo
Isto se passou em Bethabara além do Jordão onde João batizava
Prova
Erros análogos
O Jordão — uma descida, segundo seu nome — é figura do Verbo feito carne
Os diversos atributos do Salvador a respeito dos diferentes estados da alma
Interpretação espiritual da passagem do Jordão
Uma Páscoa nova segue-se à passagem do Jordão
Elias e Eliseu
Naaman, o Sírio
O Jordão, único rio salutar
Rio do Egito, domínio do inimigo — Jordão, domínio de Deus
Na manhã, ele viu
Jesus vir a ele
Ele disse: Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo
Os diversos sacrifícios dos judeus, imagens de realidades espirituais
O cordeiro imolado em sacrifício perpétuo
O Cordeiro de Deus: o homem
Jesus
Os mártires
Eficacidade do sacrifício do Cristo
Ele deve se purificar junto ao
Pai
Só o Cristo consentiu em habitar junto dos homens pecadores
A redenção é a princípio a obra de Deus
Sofrimentos purificadores infligidos aos pecadores
Sentido da palavra “cosmo” neste versículo
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