Pouco depois, quando o discípulo sustenta, com a ajuda de uma citação pertinente do de paradiso de
Ambrósio, que mais do que negar o paraíso corpóreo,
Ambrósio parece dar-lhe uma leitura alegórica (816 b), a resposta do mestre mostra sua passagem da irritação a um relativismo circunspecto e depois novamente a um apelo à tolerância, citando são Paulo: “Disputar com aqueles que a pensam assim não é nossa incumbência. Não negamos, com efeito, nem afirmamos que haja dois paraísos, um corpóreo e outro espiritual. Estamos apenas confrontando entre nós por ora (interim) as opiniões dos santos padres. Mas não nos cabe julgar quais sejam os mais dignos de seguir: 'Cada um seja saciado pela própria percepção' (Ep. Rom. 14, 5), e escolha quem quiser, deixando perder as brigas” (816 d).