A questão que se coloca é se o homem santificado pelo Nascimento está sujeito ao sofrimento, pois se a consciência de Deus é perpétua e produz
bem-aventurança, como pode tal homem experimentar sofrimento — aparente contradição que se resolve pela correta identificação do agente que experimenta o sofrimento e do grau ontológico que esse agente ocupa.