A distinção é desenvolvida também sob o aspecto escolástico: o
Pai como pura essência ou substância não gera e equivale à natureza não-naturada — ungenatúrte nâtûre —, permanecendo oculto e quase adormecido; como princípio com relação, equivale à natureza naturada — genaturte nâtûre —, isto é, à paternidade e fecundidade.