Antonio Orbe — Parábolas Evangélicas em São Irineu
Capítulo 4 — O Bom Samaritano (Lc 10,30—37)
Parte Segunda — Os alexandrinos
a) Clemente
-
O estudo da parábola atinge bases documentais firmes com os escritos de
Clemente de Alexandria.
-
O Salvador ensina a vinculação entre o amor a Deus e o amor ao próximo, transformando a concepção judaica de proximidade.
-
O segundo mandamento é semelhante ao de amar a Deus sobre todas as coisas.
-
Ao ser questionado sobre quem é o próximo, o Salvador não adota a definição dos judeus baseada em consanguinidade, cidadania, proselitismo ou submissão à mesma lei.
-
A narrativa introduz o homem que descia de Jerusalém a Jericó, ferido por ladrões e abandonado semimorto.
-
O sacerdote passou de largo e o levita o desprezou, mas o samaritano, embora segregado, compadeceu-se dele.
-
O samaritano veio preparado com azeite, ligaduras, montaria e dinheiro para o hospedeiro.
-
O próximo é aquele que mostrou misericórdia, ensinando que a caridade frutifica em beneficência.
-
-
O comentário de Clemente detalha a articulação entre os dois mandamentos do amor expressos no texto de Lucas.
-
A caridade é indicada em ambos os preceitos, mantendo-se a primazia para o amor direcionado a Deus.
-
O samaritano é identificado expressamente como o próprio Salvador.
-
Os homens são descritos como levados quase à morte pelos príncipes tenebrosos deste mundo, carregando feridas, temores, concupiscências, iras, tristezas, enganhos e prazeres.
-
Jesus atua como único médico dessas chagas, cortando as paixões até a raiz do mal, diferentemente da Lei que atacava apenas os frutos externos.
-
O vinho derramado representa o sangue da videira davídica sobre as almas, e o azeite significa a misericórdia vinda das entranhas do
Pai.
-
As ligaduras insolúveis da saúde são a caridade, a fé e a esperança.
-
Os
anjos, principados e potestades receberam ordens para servir aos homens com grande retribuição, sendo libertados da vaidade do mundo.
-
Os mandamentos do amor a Deus e ao próximo encontram-se intimamente unidos na estrutura da teologia cristã.
-
A parábola redefine o conceito de próximo por caminhos diferentes daqueles que eram partilhados no ambiente israelita.
-
O entendimento israelita definia o próximo por critérios de consanguinidade na semente de Abraão ou por pertença às tribos de Jacó.
-
A obediência à mesma Lei de Moisés determinava os parâmetros externos da proximidade social e religiosa.
-
O ensinamento de Cristo alterou as concepção externas através da narrativa do bom samaritano.
-
O próximo é definido como aquele que ama com caridade benéfica e demonstra misericórdia para com o outro por amor.
-
A definição abrange um elemento interno, que é o amor, e um elemento externo, constituído pela beneficência.
-
O elemento interno do amor assume o papel de característica fundamental na determinação da proximidade.
-
A ação externa só estabelece a verdadeira relação de proximidade se provier de um amor isento de interesses sensíveis ou terrenos.
-
Qualquer homem é considerado próximo em decorrência de sua própria humanidade, independentemente de haver uma relação de inimizade.
-
Jerônimo em seus comentários afirma que todo o gênero humano deve ser recebido como irmão e próximo por sermos gerados de um mesmo pai, ultrapassando os limites da consanguinidade.
-
A doutrina sobre a universalidade do próximo é o ensinamento evocado por Clemente na leitura da parábola.
-
O samaritano representa o Salvador, enquanto o homem ferido simboliza a humanidade sob o ataque das potências do mundo.
-
Os ladrões descritos no texto evangélico correspondem aos príncipes tenebrosos deste mundo na exegese clementina.
-
Clemente utiliza o termo picado ou atravessado para descrever a condição do homem ferido pelos ladrões.
-
O uso de um verbo semelhante ao do texto de
João 19,37 levanta indagações sobre a existência de um sentido oculto.
-
O paralelismo com a ferida de Cristo na cruz sugere que Adão e todo o gênero humano foram atravessados de forma análoga.
-
O hoteleiro possui um simbolismo múltiplo que atua de forma correlativa à figura dos ladrões.
-
O hospedeiro representa os
anjos, principados e potestades aos quais o Salvador confia o cuidado da humanidade.
-
O mestre alexandrino apresenta dados sobre o tratamento oferecido pelo médico Jesus em comparação com o regime da Lei.
-
A Lei de Moisés cortava apenas os frutos visíveis das paixões malignas, enquanto o Salvador ataca a raiz do mal.
-
O Verbo de Dios encarnado penetra até a base do pecado para arrancá-lo definitivamente.
-
Clemente se inspira em concepções que guardam afinidade com Hebreus 4,12 e com a obra de Filão de Alexandria.
-
Ireneu também utiliza a metáfora da machado colocada à raiz das árvores conforme o testemunho de João Batista.
-
O médico Jesus derrama vinho e óleo sobre as feridas humanas como expressão de sua ação salvífica.
-
O vinho simboliza o sangue originário da videira davídica, apontando para o sacrifício do Calvário com eficácia sobre as almas.
-
O azeite atua como o símbolo da misericórdia paterna, evidenciando o jogo linguístico comum entre óleo e misericórdia.
-
A unção régia de David com o óleo santo serve de base para associar o elemento à misericórdia.
-
O crisma facilitava a transição conceitual entre o óleo e a misericórdia na literatura antiga.
-
A menção às entranhas remete ao texto de
Lucas 1,78, onde as entranhas de misericórdia de Deus são apontadas como a origem da economia evangélica.
-
O testamento dos patriarcas e as análises de Jean
Daniélou confirmam essa associação simbólica.
-
O Salvador ofereceu em abundância o óleo da misericórdia recebido do
Pai e derramou o vinho de seu sangue para a cura dos pecados.
-
O óleo atesta a condição e o caráter divino de Jesus em sua atuação junto à humanidade.
-
Sendo
Filho de Deus cheio de misericórdia, Jesus perdoa os delitos e arranca as paixões da alma de modo superior à Lei.
-
Orígenes interpreta o vinho como a palavra que ensina e o óleo como a palavra de compaixão.
-
Autores posteriores como Gregório de Elvira, Pseudo-
Atanásio,
Ambrósio e
Agostinho modificam ou ampliam o simbolismo dos elementos.
-
O médico eficaz, por ser homem e Deus, remove os pecados do coração, diferenciando-se da antiga legislação.
-
As ligaduras aplicadas pelo bom samaritano também possuem uma interpretação simbólica no texto clementino.
-
Clemente interpreta as ligaduras como as virtudes teologais definitivas aplicadas pelo Senhor para a cura.
-
O Senhor vinculou o homem às virtudes da fé, esperança e caridade para mantê-lo protegido contra as forças do mal.
-
O alexandrino identificou na tríade das virtudes ligaduras que exercem funções curativas e preservativas da integridade humana.
-
O Stromateus introduz dados sobre o papel do hospedeiro sem desenvolver uma alegoria direta e fechada.
-
Os
anjos e as potestades assumem a função de servir aos seres humanos.
-
Os
anjos, principados e potestades receberam o encargo de servir aos homens na dispensação terrena.
-
O samaritano confia o enfermo ao hospedeiro, assim como o Salvador encarrega as potências angélicas de ministrar aos homens.
-
A Igreja e os ministros prolongam a atividade de cura e ensino realizada originalmente pelo Salvador.
-
O Deus misericordioso reveste o homem para a salvação dos próprios homens, utilizando primeiro os profetas e agora a Igreja.
-
O semelhante deve servir ao semelhante em vista de uma salvação comum.
-
As notas de Lilla e Rüther examinam as demandas éticas e o conceito de apatheia em Clemente.
-
Os apóstolos e instrutores continuam a tarefa de curar as doenças da alma e ensinar a verdade divina.
-
A transição entre as funções dos profetas, apóstolos e
anjos ocorre sem dificuldades no pensamento clementino.
-
O Senhor opera por meio de arcanjos e
anjos que são chamados espíritos de Cristo.
-
O Salvador reservou uma grande retribuição para os
anjos em razão do serviço prestado à humanidade.
-
O prêmio prometido aos
anjos consiste em sua própria libertação da vaidade do mundo por ocasião da revelação da glória humana.
-
Tanto o ser humano quanto o
anjo alcançarão a libertação da vaidade do mundo através da intervenção do Salvador.
-
Os
anjos atuam como ministros auxiliares da economia salvífica sem reter o poder exclusivo de efetuar a salvação.
-
O homem recebe a recompensa da vida eterna representada pelo denário único na parábola dos operários.
-
A retribuição do
anjo baseia-se nos serviços prestados em benefício da humanidade.
-
Clemente presume que os
anjos encontram-se sujeitos à vaidade do cosmos por não terem mantido perfeitamente o serviço ao homem.
-
O destino final do
anjo envolve a liberação da servidão em relação ao mundo corruptível.
-
O
anjo ficará exonerado do serviço direcionado aos homens após a introdução da humanidade na vida eterna.
-
As indicações da primeira carta de Pedro servem de referencial para caracterizar a condição futura das potências angélicas.
-
Os Excertos de Teódoto e as Adumbrações discutem o aperfeiçoamento desejado pelos
anjos.
b) O presbítero preorigeniano
-
Orígenes figura entre os comentadores clássicos da parábola, apresentando a matéria em sua homilia trinta e quatro sobre Lucas.
-
O Salvador proferiu a parábola em resposta à tentativa do doutor da Lei de justificar a si mesmo e limitar o conceito de próximo.
-
Querendo o doutor da Lei justificar a si mesmo e mostrar que ninguém era seu próximo, disse quem é meu próximo, e o Senhor introduziu a parábola do homem que descia de Jerusalém a Jericó.
-
O texto ensina que o descendente não foi próximo de ninguém, exceto daquele que quis guardar os preceitos e se preparar para ser próximo de todo homem que necessita de auxílio.
-
O sacerdote e o levita falharam na proximidade, mas aquele que fez a misericórdia tornou-se o verdadeiro próximo, recebendo a ordem de ir e agir de igual modo.
-
A abordagem interpretativa de
Orígenes destaca o espanto diante da postura do legista, que parecia não reconhecer nenhum indivíduo como próximo.
-
O legista considerava que ninguém agia como próximo em relação a ele, ou acreditava que a proximidade não existia de forma geral na sociedade.
-
A parábola demonstrou ao legista que a condição de próximo deve ser exercida para com todos, mesmo quando não há reciprocidade.
-
Todo indivíduo que carece de assistência assume a condição de próximo em relação aos demais seres humanos.
-
Orígenes transcreve a interpretação de um antigo presbítero anônimo antes de apresentar suas próprias considerações exegéticas.
-
O presbítero anônimo decodifica os componentes da parábola identificando o homem como Adão, Jerusalém como o paraíso e Jericó como o mundo.
-
Dizia um dos presbíteros, querendo interpretar a parábola: o homem que descia é Adão, Jerusalém é o paraíso, Jericó é o mundo, os ladrões são as forças contrárias, o sacerdote é a Lei, o levita são os Profetas, e o samaritano é Cristo.
-
As feridas representam a desobediência, a montaria significa o corpo do Senhor, e a hospedaria tipifica a Igreja que recebe a todos os que querem entrar.
-
Os dois denários significam o
Pai e o Filho, e o hoteleiro é o chefe da Igreja a quem a dispensação foi confiada.
-
A promessa de retorno do samaritano figurava a segunda vinda do Salvador.
-
Orígenes manifesta aprovação fundamental em relação ao comentário alegórico transmitido pelo presbítero.
-
Os elementos comuns aparecem de forma explícita nas duas abordagens interpretativas da escola alexandrina.
-
Os ladrões correspondem aos príncipes tenebrosos ou às forças contrárias.
-
O samaritano representa o Salvador ou Cristo em ambas as leituras.
-
O hospedeiro significa as potências angélicas em Clemente e o chefe da Igreja no presbítero, mantendo a equivalência hierárquica.
-
Outros componentes interpretativos encontram-se implícitos e operam em perfeita harmonia entre os autores.
-
Jerusalém equivale ao paraíso e Jericó representa o mundo sensível situado abaixo daquela região.
-
O presbítero foca na ferida original da transgressão de Adão, ao passo que Clemente enfatiza as consequências dessa queda sobre a humanidade através das paixões.
-
O homem ferido encarna Adão ou os seus descendentes.
-
A hospedaria figura a Igreja onde os
anjos exercem o serviço em benefício do homem, e o retorno sinaliza a segunda parusia.
-
Certos elementos são exclusivos de cada uma das abordagens, mas mantêm compatibilidade mútua e se complementam.
-
O exame comparativo não revela elementos incompatíveis entre a exegese do presbítero e a de
Clemente de Alexandria.
-
A harmonia interpretativa sugere a identidade entre o presbítero mencionado e a tradição de Clemente ou de Panteno como fonte comum.
-
Os componentes exclusivos do presbítero revelam-se integrados ao edifício teológico comum e dispensam análises exaustivas.
-
O sacerdote não interrompeu a marcha porque a Lei mosaica, que ele simbolizava, era incapaz de efetuar a cura das feridas humanas.
-
O presbítero desenvolve sua linha teológica em conformidade com as epístolas de Paulo sobre a insuficiência da Lei.
-
Apenas Cristo detém o poder de remover os pecados do mundo mediante sua obediência e o sacrifício de seu sangue.
-
O levita personificava o coro dos profetas e compartilhava a mesma limitação em relação à cura da humanidade.
-
A difusão dessa exegese foi ampla na literatura patrística posterior a partir das bases estabelecidas por
Orígenes.
-
O jumento que transportava o samaritano simbolizava o corpo e a humanidade assumida pelo Senhor.
-
Hipólito de Roma utiliza uma imagem semelhante ao tratar da bênção de Jacó, apresentando o Verbo como cavaleiro e a natureza humana como cavalo.
-
O descenso do samaritano não ocorreu a partir de Jerusalém, mas sim do seio do
Pai.
-
O Verbo desceu ao seio virginal de Maria e assumiu a carne humana como montaria para caminhar pelas estradas do exílio mundano.
-
O simbolismo da montaria abrange a união pessoal entre o Unigênito e sua humanidade como meio indispensável para o resgate do enfermo.
-
O presbítero identifica os dois denários como o
Pai e o Filho sem estender a explicação do símbolo.
-
As moedas foram entregues pelo Salvador ao
anjo ou dirigente da hospedaria eclesial.
-
Os denários da parábola do samaritano destinam-se ao galardão do serviço angélico e diferem do denário da parábola dos operários.
-
É necessário distinguir o salário da vida eterna pago ao homem pelo
anjo da Igreja e o prêmio dos dois denários dado pelo Salvador ao próprio
anjo.
-
O
anjo recebe uma gratificação pelo serviço prestado em favor de Adão e de seus filhos.
-
A análise da parábola dos operários esclarece as razões pelas quais a moeda concedida aos seres humanos é única.
-
A criatura angélica não recebe a mesma forma de retribuição que é destinada ao ser humano a quem ela serve.
-
O denário da vida eterna não constitui uma promessa feita a qualquer dignidade angélica, seja ela chefe ou subalterna.
-
Os dois denários representam o conhecimento singular a respeito do
Pai e do Filho prometido aos
anjos como prêmio por sua diaconia.
-
As potências são elevadas gratuitamente a um conhecimento superior que corresponde ao texto de
Mateus 11,27.
-
Os
anjos bons receberão por graça de Cristo um conhecimento do
Pai e do Filho que excede os limites de sua própria natureza.
-
As potências participarão da gnose mútua que existe entre o
Pai e o Filho.
-
A gnose angélica operará a libertação dessas potências em relação à servidão do mundo material sentida durante a economia humana.
-
As Adumbrações explicam que os
anjos bons desejam alcançar o progresso dessa perfeição divina.
c) Orígenes
-
A exegese do presbítero apresenta-se sob forma esquemática e madura, servindo de base para o desenvolvimento das linhas de
Orígenes.
-
O texto origeniano é considerado de exposição clara e fornece os fundamentos indispensáveis para a posterior análise das notícias de Ireneu.
-
Orígenes argumenta que nem todo homem realiza a descida pejorativa de Jerusalém a Jericó por motivo de uma falta culpável.
-
Nem todo homem desceu de Jerusalém a Jericó, nem todos habitam o presente século por causa de um descenso culpável, embora aquele que foi enviado tenha vindo pelas ovelhas perdidas da casa de Israel.
-
O homem que desceu de Jerusalém a Jericó caiu nas mãos de ladrões porque ele próprio quis descer.
-
Os ladrões são identificados com aqueles que vieram antes do Salvador e são qualificados como ladrões e salteadores, agindo com extrema malícia ao despojar o homem e cobri-lo de chagas.
-
As chagas e feridas que cobrem o homem representam os vícios e os pecados contraídos na queda.
-
O estado semimorto indica que a morte atinge apenas uma parcela da natureza humana, uma vez que a alma permanece imortal.
-
Agostinho e
Ambrósio discutem o caráter semimorto sob a perspectiva da permanência da fé ou da capacidade de conhecer a Deus.
-
Ambrósio de Milão destaca que o samaritano não ignora o caído porque reconhece a presença de um elemento vital que permite a recuperação.
-
A aplicação da teologia de
Ambrósio exerceu influência nas discussões sobre as consequências do pecado de Adão na história da igreja.
-
O sacerdote e o levita que desceram pelo mesmo caminho realizaram ações benéficas para outros, mas falharam diante do necessitado.
-
O samaritano significa o guardião que vela de forma permanente pela proteção e cuidado de Israel.
-
O samaritano viajou motivado pela condição do semimorto e realizou o descenso com o objetivo específico de salvar o moribundo.
-
O Salvador aproximou-se do homem ensanguentado e moveu-se de compaixão para converter-se em seu verdadeiro próximo.
-
O remédio composto por óleo misturado com vinho sugere um simbolismo de caráter sacramental ligado à unção.
-
O samaritano transportava os medicamentos em sua viagem por providência divina, prevendo a assistência a múltiplos necessitados.
-
O azeite portado pelo samaritano atua com o objetivo de aliviar as inflamações provocadas pelas feridas e alegrar a face do curado.
-
O ferido foi colocado sobre a montaria do samaritano, o que significa a assunção da carne humana pelo próprio corpo do Senhor.
-
A Igreja assume a condição de hospedaria universal que acolhe a todos e recusa a denegação de auxílio a qualquer necessitado.
-
O Salvador retirou duas moedas de prata de seu tesouro provado e honrou o hospedeiro que simboliza o
anjo da Igreja.
-
Os dois denários significam a notícia do
Pai e do Filho junto com a ciência do sacramento da mútua inabitação divina.
-
A gnose divina atua como a recompensa do
anjo para que ele exerça o cuidado com maior diligência, sob a promessa de restituição dos gastos adicionais.
-
As reflexões de
Orígenes fornecem as balizas teológicas que estruturaram a maior parte da produção interpretativa dos séculos posteriores.
-
O exame das formulações de Ireneu dispensa o aprofundamento em outros autores da antiguidade cristã diante do material oferecido pela escola de Alexandria.
-
Clemente, o presbítero e
Orígenes bastam para caracterizar o cenário exegético.