Essa visão realista dos Apóstolos como pecadores ainda possíveis — e dos santos e ascetas como perpetuamente sujeitos ao pecado — corresponde a um fragmento (15a) do
Evangelho dos Nazarenos, judeo-cristão, conhecido pelo autor do Liber Graduum e portanto atuante no messalianismo até o tempo de
Macário, onde se lê: “Se teu irmão pecou em palavra e te deu satisfação, recebe-o sete vezes ao dia… pois também nos profetas, depois de terem sido ungidos pelo
Espírito Santo, foi encontrada uma palavra de pecado” — acréscimo indubitavelmente originado da comunidade judeo-cristã.