Consideração de que tal conclusão conduz necessariamente à pergunta sobre familiaridade de
Agostinho com o
Evangelho segundo Tomé, hipótese plausível dada a prolongada adesão do africano ao maniqueísmo, o que torna provável que maniqueus ocidentais tenham traduzido esse apócrifo para o latim, da mesma forma que traduziram outras obras, e dado também que maniqueus da África do Norte, incluindo o jovem
Agostinho, utilizaram versão latina do Diatessaron de
Taciano, versão que já havia estado em circulação entre
Mani e seus discípulos orientais; mas reconhecimento de que plausibilidade histórica não equivale a demonstração rigorosa, impondo investigação textual precisa.