Para Carpocrates, como para Saturnilo e Basilides, só a alma pode ser salva; salva-se pela fé, à qual ele une a caridade (
Irineu, I, 25, 5); certos carpocratinos se chamavam “gnósticos” (
Irineu, I, 25, 6), o que indica que, como Basilides, Carpocrates provavelmente identificava fé e conhecimento.