Para sustentar essa reinterpretação, seria necessário ignorar o incipit e o título com seu anúncio de boa-nova, ignorar todas as instâncias em que Judas professa
Jesus corretamente e é ensinado pelos mistérios do reino, impor passagens de textos
setianos tardios sobre o que é provavelmente um exemplo precoce do pensamento gnóstico
setiano, e empregar interpretações tendenciosas de passagens que parecem ter um sentido direto no texto preservado