RESÍDUOS PSÍQUICOS

Jean Tourniac — Vida Póstuma e Ressurreição NO JUDEU-CRISTIANISMO

A RESPEITO DOS «RESÍDUOS PSÍQUICOS»

#Guénon admite a persistência de um magma psíquico residual depois da morte corporal da individualidade humana. Este resíduo pode manifestar-se?

#Não se insistirá sobre o caso de “evocação”do ser vivo, particularmente realizáveis no estado de Sono ordinário corporal, a não ser para relembrar que o caso da evocação do “ob” não deve ser excluída e ainda mais que esta evocação que não afeta o ser real, tem consequências graves no que concerne a individualidade corporal viva e adormecida.

#Estes vestígios psíquicos que entram na categoria de “influências errantes” englobam um conjunto de forças “caóticas” mas capazes de produzir manifestações sensíveis.

#No que concerne os resíduos psíquicos do falecido, o “ob” hebraico, é evidente que eles não poderiam substituir ao “indivíduo” na sua realidade consciente pré-mortal. Vide Guenon Reencarnação

#Entre os elementos psíquicos dissociados depois da morte, há também aqueles que sem dar lugar aos fenômenos citados acima, podem também passar por “osmose sutil” para outros seres vivos (seres humanos ou animais), assim como os elementos do corpo retornados à terra podem entrar na composição de outros corpos.

#Os aspectos do “subconsciente” suscetíveis de “navegar”, se assim se pode dizer, de uma individualidade para outra, não atingem à integridade espiritual e mental do ser.

#Os vestígios sutis que se dissociam progressivamente na morte corporal, originam-se da consciência e da subconsciência.

#Com estas considerações sobre a dissociação de elementos tão característicos do “mim mesmo”, vemos se esboçar uma distinção entre concepções clássicas:

#A constituição em camadas hierárquicas da alma é ao mesmo tempo estigmatizada, aquela mesma que permitiria distinguir sob o vocábulo único de alma, elementos procedentes da “carne viva” mortal e elementos procedentes da “Vida Eterna”.