Mesmo se o estado cristão seja suficiente por si mesmo nos limites da “salvação” para conduzir à “liberação” e sem necessidade de ritos iniciáticos, observa-se que o prolongamento do ser na condição sutil individual é também uma peregrinação, uma viagem, que compreende uma morte e uma ressurreição, qualquer que seja a “duração” entre um termo e o outro; comporta provações igualmente ligadas ao “mundo dos elementos” eles mesmos reabsorvidos em seu estado pré-sensível, um labirinto de purificação, uma démarche em direção ao “centro” e uma demanda da “luz eterna” segundo fórmulas da liturgia. Esta “luz eterna” é associada ao repouso, logo ao sabá ou ponto central septenário e origem das seis direções qualificando espacialmente o estado individual humano e ponto central do Eterno Presente e da instantaneidade.