Citam-se diversas autoridades: Aristóteles (“Quem quiser compreender deve crer”), São Leão (“Se a fé não crê, o falar não explica”), Santo
Agostinho (“Cree para entender: a fé precede, a inteligência vem depois”; “Creemos para conhecer, não conhecemos para crer”), Pedro (Sent. 24,3), Santo
Anselmo (“não procuro entender para crer, mas creio para entender”),
Tomás de Aquino (“mediante a fé se chega ao conhecimento, e não o inverso”), Hugo de São Vitor (“Creemos para saber; não conhecemos para crer”) e a Imitatio Christi (“Todo raciocínio e investigação natural devem seguir a fé, não precedê-la”).