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Princípio da simplicidade do símbolo no coração de todo verdadeiro mistério, conforme Karl Kerényi
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Na religiosidade antiga, símbolos simples da vida primitiva (espiga, árvore, luz, união dos sexos) como expressão adequada do άφανές e do έμφανές
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Repetição dessa estrutura, em plano transcendente, no mistério da Cruz: morte humana, agonia, forma simples da cruz, narrativa humilde dos eventos
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Paradoxo essencial: no escândalo, na fraqueza e na loucura da cruz (I Cor 1, 24-25) envolve-se o µυστήριον e manifesta-se a majestade que contém o mundo
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Testemunho de Justino sobre a acusação pagã de loucura, derivada da incompreensão do Μυστήριον que reside no crucificado
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Hino primitivo (Melito de Sardes) que canta o “novo mistério”: o Invisível contemplado, o Insensível que sofre, o Imortal que morre