O
pathos: da partida, da errância, do sempre novo movimento para cima desde o material e a letra do espírito, a pressão, a pressa que inexoravelmente pressiona através de tudo que é passageiro, a paixão da aventura macrocósmica, o anelo consumidor de atravessar através da imagem até o real, mas ao mesmo tempo o crescente estado de ser apreendido pela puxada e fascinação da graça, a percepção orante que o caminho infinito no deserto nada mais é que “Cristo o caminho”, e a submissão cega de seu si a este caminho — : esta é a existência origeana