STOCK, Brian. Augustine the reader: meditation, self-knowledge, and the ethics of interpretation. Cambridge (Mass.) London: Belknap press of Harvard university press, 1996.
Agostinho considerava a leitura e a escrita como trabalhos penosos impostos à humanidade como resultado da desobediência no Éden.
As habilidades linguísticas e gramaticais são ferramentas temporais que permitem ao homem compreender as verdades eternas contidas na
Bíblia.
Nas
Confissões, a história de
Agostinho transita entre o pensamento privado e o mundo público através de palavras destinadas à interpretação de outrem.
Agostinho vê o processo de escrita como uma constante autodefinição e reinterpretação, e não como uma versão definitiva e estática de sua biografia.
Agostinho rejeita o “Pelagianismo literário”, a crença de que a educação sozinha pode superar a condição humana decaída.
Agostinho opera de forma interdependente entre discussões “narrativas” (histórias contadas a um público) e “analíticas” (investigações sobre cognição e interpretação).