Toufy Fahd: Génies, anges et démons — O anjo da guarda
Nasr: Sohravardi
No caso do homem, uma “luz senhorial” existe no centro de cada alma e governa cada atividade do homem. Para a espécie humana em sua totalidade existe Gabriel que é considerado como seu anjo, o arquétipo de humanidade (rabb Al-naw Al-insani) a quem Suhrawardi identifica com o Espírito Santo e com o Espírito do Profeta Muhammad - sobre quem esteja a paz - e também com a função da revelação, Gabriel sendo o supremo revelador de todo conhecimento.
Além do homem ter este anjo protetor para a totalidade de sua espécie, ele tem também seu próprio anjo protetor que reside no mundo angelical. Suhrawardi considera cada alma como tendo tido uma existência prévia no domínio angelical, antes de descer para o reino do corpo. Ao entrar no corpo, a alma, ou seu centro interno que é seu âmago imortal e angelical, é dividida em duas partes, uma permanece no céu e a outra desce para prisão ou “fortaleza” do corpo. É por isso que a alma humana é sempre infeliz neste mundo; ela está na verdade, procurando por sua outra metade, por seu “alter ego” celestial e não alcançará a felicidade última até que se torne unida com sua metade angelical e recupere sua morada celestial. A realização plena do homem é então tornar-se uma vez mais unificado com seu “self” espiritual, com seu protótipo angelical que é seu real “self” no qual ele deve “se tornar” a fim de “ser”; ou seja, ele deve se tornar o que ele realmente “é” e não pode atingir paz e trazer a um fim esta perambulação errante como uma criança perdida nas câmaras do labirinto cósmico até que ele esteja reunido com seu anjo protetor que é seu “self” real. [S.H. Nasr 1964. Three Muslim Sages. Caravan. Tr. Instituto Nokhooja]
Ananda Coomaraswamy: Coomaraswamy Sopros Canais
Se dice que los siete Rsis «guardan» (raksanti) el cuerpo, Vajasaneyi_Samhita loc. cit. Esta función de guarda es también la de los Maruts en relación con Indra, a quien apoyan en la batalla, y la de los Soplos en relación con el Soplo, para quien, en tanto que svah, svapayah, philoi etc., de ellos, ellos son una suerte de regimiento del «Propio del Rey», cuyo deber es hacia Él y hacia la «casa» en la que todos moran juntos. Esto es exacto a como es también en las fuentes griegas, donde los poderes de percepción y de acción (aisthesis) son los Genízaros (doryphoroi) al servicio del Gran Rey, la Mente o el Alma racional, de la que son los aliados (symmakoi) y amigos (philoi, Filón, De specialibus legibus, IV.122; Deterius 33); ellos «escoltan» (doryphoreo) a la Razón Real en la percepción de los objetos sensoriales, que, de otro modo, ella no habría aprehendido como tales (De opificio mundi 139); y el corazón es el «cuerpo de guardia» (doryphorike oikesis) de estos poderes sensitivos, de donde ellos reciben sus órdenes (Platón, Timeo 70B). El Soplo Real mismo es el Ángel Guardián de todo el organismo, y en esta guardia sus poderes son sus camaradas. Solo cuando ellos, en la persecución de sus propios placeres privados, olvidan su deber o incluso llevan a su senor al extravío, «nosotros» nos extraviamos.
São Jerônimo: Comentários a Mateus 1,20 e 18,10
Grande é a dignidade das almas humanas, pois cada uma tem um Anjo destinado à sua guarda desde o instante de seu nascimento.
Gregório Nazianzeno: Vida de Moisés
Deus não deixou nossa fraqueza sem ajuda; mas, destinou-nos um Anjo para auxiliar a vida de cada um de nós, e esse Anjo é de natureza totalmente incorpórea.
Basílio: Contra Eunon 1. III, 1
Que cada fiel seja assistido por um Anjo, como mestre e protetor, que lhe reja a vida, ninguém, o poderá negar, se se lembrar das palavras do Senhor quando disse: Não desprezeis ao menor desses pequeninos; seus Anjos contemplam a face de meu Pai que está nos Céus.
Hilário: Ps. 154, n. 147
Os Anjos dos pequeninos veem sempre a Deus. Esses espíritos no entanto, foram mandados para a salvação do gênero humano, já que nossa fraqueza não poderia resistir à insídia infernal sem que fosse protegida pela guarda e defesa dos Anjos. Era mistér a ajuda de uma natureza mais poderosa que a nossa.
Orígenes: Comentários a São Mateus, 18,10
Junto a cada homem existem sempre um Anjo do Senhor que o ilumina, o guarda e o protege de todo o mal.
Oração do Anjo da Guarda:
Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, guarda, governa e ilumina. Amém
Anjo de Deus que sois a minha guarda e a quem fui confiado por celestial piedade, iluminai-me, guardai-me, regei-me e governai-me. Amém