Em De Abrahamo, 119 e 122, lê-se: “Quando Deus ilumina a alma ao meio-dia e a luz da mente a preenche por inteiro e as sombras são afastadas por seus raios, o objeto único apresenta-se a ela numa visão tríplice… O ser central, com cada um de seus poderes como escudeiro, apresenta à mente que possui visão a aparência às vezes de um, às vezes de três: de um, quando essa mente está muito purificada e, ultrapassando não apenas a multiplicidade dos outros números, mas até a díade, avança para a forma ideal livre de mistura e complexidade; de três, quando, ainda não iniciada nos mistérios mais elevados, só pode apreender o Existente por suas ações, como criativo ou como soberano.”