Os nomes dos filhos de Jacó (através de suas mães) baseiam-se em jogos de palavras que expressam os sentimentos das mães: Rúben (“Vede, um filho” – o Senhor viu minha humilhação), Simeão (“ouvir” – o Senhor ouviu que era odiada), Levi (“acompanhar” – desta vez meu esposo me acompanhará), Judá (“louvor”), Dã (“julgou”), Naftali (“lutas”), Gade (“boa sorte”), Aser (“feliz”), Issacar (“salário” – Deus me deu meu salário), Zebulom (“dom” – Deus me deu um belo dom), José (“acrescentar” – que Deus me acrescente outro filho).
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Às vezes é a mãe que nomeia, às vezes o pai (Jacó nomeou Levi e Benjamim; Benjamim foi chamado Benoni pela mãe, “filho de minha dor”, mas Jacó o chamou Benjamim, “filho da destra”).
A lista dos descendentes de Esaú (capítulo 36) é longa e mostra que ele se tornou uma nação (Edom), estabelecendo-se no monte Seir.
A diferença entre a civilização egípcia (concentração) e a mesopotâmica (dispersão) explica-se pela geografia: o Egito é um oásis cercado de desertos (território fértil reduzido, concentração), enquanto a Ásia anterior é um deserto cercado de oásis (dispersão).
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O quadrilátero asiático da grande Arábia contém Canaã, Fenícia, Assur, Elam, Babilônia, Egito, entre o
Nilo e os dois rios, com o deserto no centro e o Éden no contorno.
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A visão da escada (estender-se para os quatro pontos cardeais) mostra que Jacó, ao sair de Canaã, já tinha a presciência de que todo o universo era seu domínio, e que nenhum exército poderia impedir sua pacífica conquista.