===== EROS ===== [[pk>eros]] — amor VIDE: [[pk>agape]]; TRADIÇÃO FILOSÓFICA GREGA — [[pk>EROS]] [[pk>EROS]] ([[pk>eros]]): aplicado a Dios, indica el fuego ardiente y el deseo ([[pk>thymikon]]) unitivo que empuja al hombre hacia Dios. Más que el término griego [[pk>agape]] (habitualmente traducido por "amor") quiere indicar una intensidad estática del amor, según la expresión del Pseudo Dionísio: "El amor de Dios es estático, porque no permite que los amantes permanezcan en sí mismos, sino que los convierte en posesión de los amados" (De divinis nominibus, IV 13, PG 3, 712 A). Tradução Francesa: Designa o amor absoluto que portam as Pessoas divinas, mas também a tensão de amor que portando Deus em direção ao homem e atirando o homem para Deus, permite a união do Divino e do humano. Tradução Inglesa: Intensa aspiração: o termo [[pk>eros]] quando usado na Philokalia guarda muito do significado que tem no pensamento platônico. Denota esta intensa aspiração e anseio que impele o homem em direção à união com Deus, e ao mesmo tempo algo da força que liga o divino e o humano. Um amor unitivo por excelência, não distinto de [[pk>agape]] mas que pode ser contrastado com este, na Medida que expressa um maior grau de intensidade e êxtase ([[pk>psychanodia]]). J. Gaïth Segundo J. Gaïth, o [[pk>eros]] cósmico em Gregório de Nissa significa a necessidade dos seres buscarem a perfeição que os originou; e essa força ascensional ([[pk>psychanodia]]) explica que a matéria ([[pk>hyle]]) se espiritualize e se torne livre, dando origem ao homem. Sob a impulsão da vontade divina, o cosmos se diferenciou e se destacou desta vontade que não cessa todavia de o constituir. É por esta noção de retorno à origem que cremos poder explicar o [[pk>eros]] em Gregório de Nissa. Como a condescendência da divina vontade estava livre e consciente, é preciso o [[pk>eros]] cósmico se espiritualize e se torne livre ele também. O homem se encontra então exigido pelo cosmos espiritual. Andres Nygren [[pk>EROS]] ET [[pk>AGAPE]]. LA NOTION CHRÉTIENNE DE L'AMOUR ET SES TRANSFORMATIONS === Filosofia === Mário Ferreira dos Santos: LIBIDO Arcângelo Buzzi: Filosofar era para os gregos fazer a radical experiência do ser, arrancar-se do familiar modo de viver a realidade e mergulhar no estranhamento do que se furta ao saber e não-saber. Um tal filosofar é iniciado e sustentado não pelo saber, mas pelo fervor de ser. A esse fervor de ser, a essa ânsia de ir à busca da identidade de ser, chama Platão de [[pk>eros]]. Estando o pensamento no envio do [[pk>eros]], o enviado é menos que o enviante, o saber é menos que o amar. É [[pk>eros]] que conduz o pensamento ao escuro segredo do ser. É aí no âmago da noite escura do ser que [[pk>eros]] abre ao homem a morada da jovialidade, pois para o amor o que não se revela, o que se preserva ao saber, é a esplendorosa aurora, a cidade cheia de luz, onde vive o homem. O escuro é a luz, a noite é a aurora, a necessidade é a jovialidade do pensamento. ----