philokalia:philokalia-termos:pathos:start
Differences
This shows you the differences between two versions of the page.
| Both sides previous revisionPrevious revision | |||
| philokalia:philokalia-termos:pathos:start [10/01/2026 16:01] – mccastro | philokalia:philokalia-termos:pathos:start [15/04/2026 14:29] (current) – external edit 127.0.0.1 | ||
|---|---|---|---|
| Line 1: | Line 1: | ||
| + | ===== PATHOS ===== | ||
| + | |||
| + | |||
| + | Philokalia-Termos — pathos = PAIXÃO, ACONTECIMENTO | ||
| + | |||
| + | VIDE: Philokalia-Pathe; | ||
| + | |||
| + | Evangelho de Jesus: | ||
| + | Por isso Deus os abandonou às paixões (pathos) infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. (Rom 1:26) | ||
| + | |||
| + | Mortificai, pois, os vossos membros, que estão sobre a terra: a prostituição, | ||
| + | |||
| + | Não na paixão (pathos) da concupiscência, | ||
| + | PASION (páthos): la pasión es aquella tensión que el alma " | ||
| + | |||
| + | «Apego al propio yo» como traducción de «eigenschaft». En su Meister Eckehart, Deutsche Predigten und Traktate (Munich, p. 470), Quint señala que no es fácil traducir «eigenschaft» = «propiedad, | ||
| + | |||
| + | Volviendo sobre el concepto de «eigenschaft», | ||
| + | PADRES DA IGREJA — em nosso site francês | ||
| + | |||
| + | Tradução inglesa: DEFINIÇÃO DOS TRADUTORES | ||
| + | |||
| + | Nilo do Sinai ou o Asceta | ||
| + | * Discurso Ascético": | ||
| + | |||
| + | Teofano o Recluso: Paixões | ||
| + | |||
| + | ISAQUE o Sírio | ||
| + | As paixões são como cachorros, acostumados a lamber o sangue em um açougue; quando não são dados sua refeição usual se levantam e latem. | ||
| + | O melhor método para resistir as paixões é mergulhar profundamente dentro do homem interior e permanece aí em seclusão, constantemente tratando da videira de seu próprio coração. | ||
| + | |||
| + | Máximo o Confessor | ||
| + | Um objeto é uma coisa, uma representação outra, a paixão ainda outra. Um objeto é por exemplo um homem, uma mulher, ouro e assim por diante; uma representação — uma simples memória de algum objeto; a paixão — seja uma amor irracional ou um ódio indiscriminado destas coisas. É contra tais paixões que os monges travam batalhas. | ||
| + | Toda paixão é composta e nasce de algum objeto sensorial e dos sentidos. | ||
| + | A primeira ausência de paixão é refrear as ações malignas; a segunda é totalmente renunciando todos os pensamentos de consentimento mental ao mal; a terceira é quietude de desejo passional; a quarta é purificação completa de até mesmo as mais brutas e simples imagens. | ||
| + | |||
| + | Teodoro o Grande Asceta: | ||
| + | Apelem os poderes da alma de sua dispersão entre os objetos de paixão. | ||
| + | |||
| + | Filoteu do Sinai: | ||
| + | Primeiro vem o “impacto” (contato, ação quando uma coisa jogada atinge a coisa a qual foi jogada): então vem o “casamento” (junção: a atenção é acorrentada ao objeto de modo que existe somente a alma e o objeto que impingiu nela e a ocupou); em seguida vem o “miscigenação” (o objeto que foi impingido sobre a alma e ocupou a atenção provocou desejo — e a alma consentiu isto — se miscigenou com ele); então vem o “cativeiro” (o objeto capturou a alma que a desejava e a está conduzindo à ação como um escravo acorrentado); | ||
| + | |||
| + | Calisto e Inácio: | ||
| + | A ausência de paixão significa não apenas não sentir paixões mas não as aceitando de dentro. | ||
| + | ---- | ||
| + | Perenialistas: | ||
| + | |||
| + | |||
