Ferramentas do usuário

Ferramentas do site


philokalia:philokalia-termos:ekklesia:start

Diferenças

Aqui você vê as diferenças entre duas revisões dessa página.

Link para esta página de comparações

Próxima revisão
Revisão anterior
philokalia:philokalia-termos:ekklesia:start [27/12/2025 11:45] – criada - edição externa 127.0.0.1philokalia:philokalia-termos:ekklesia:start [11/01/2026 06:14] (atual) – edição externa 127.0.0.1
Linha 1: Linha 1:
 ===== EKKLESIA ===== ===== EKKLESIA =====
-[[philokalia:philokalia-termos:ekklesia:start|ekklesia]] — assembleia, igreja+ekklesia — assembleia, igreja
 ==== VIDE ==== ==== VIDE ====
-[[philokalia:philokalia-termos:eklektos:start|eklektos]] +- eklektos 
----+----
  
 === Frithjof Schuon === === Frithjof Schuon ===
 O ESOTERISMO COMO PRINCÍPIO E COMO VIA O ESOTERISMO COMO PRINCÍPIO E COMO VIA
-Devemos insistir aqui sobre duas coisas. Primeira, que as próprias testemunhas da Revelação, apóstolos ou companheiros, não foram necessariamente jnanis, e que a própria forma da Mensagem, ou sua intenção direta, não admite que a maioria desses veneráveis tenha tido essa qualidade; uma minoria a possuía, necessariamente. Segunda, que um sábio perfeito é sempre um santo, mas que um santo nem sempre é sábio. Assim também, a noção polêmica de uma "sabedoria dos santos" dirigida contra o esoterismo sapiencial não passa de um mal-entendido e de um abuso de linguagem. Conhece-se esta petição de princípio da teologia militante: Platão, Plotino, Proclo e outros não foram cristãos, portanto, não podiam ser santos. Consequentemente, suas doutrinas dizem respeito à "sabedoria segundo a carne", ao passo que era necessário inferir a elevação de suas doutrinas à sua possível santidade, do mesmo modo que o Cristianismo, enfim, não podia privar-se deles. Quanto à filosofia profana e propriamente racionalista dos gregos, personificada sobretudo por Protágoras, e da qual Aristóteles não é totalmente indene, ela representa um desvio da perspectiva que normalmente cede lugar à [[philokalia:philokalia-termos:gnosis:start|gnosis]] ou ao jnana. Mas quando essa perspectiva está separada da Intelecção pura e, portanto, de sua razão de ser, torna-se fatalmente hostil à religião e permeável a todas as aventuras. Os sábios da Grécia não precisavam dos padres da Igreja para saber disso, e os padres da Igreja não puderam impedir que o mundo cristão caísse nessa armadilha. Contudo, pelo civilizacionismo, que ela torna seu a fim de não deixar escapar nenhuma glória, a Igreja assume paradoxalmente a responsabilidade do mundo moderno — qualificado de "civilização cristã" —, que, no entanto, nada mais é que a excrescência da sabedoria humana estigmatizada pelos padres.+Devemos insistir aqui sobre duas coisas. Primeira, que as próprias testemunhas da Revelação, apóstolos ou companheiros, não foram necessariamente jnanis, e que a própria forma da Mensagem, ou sua intenção direta, não admite que a maioria desses veneráveis tenha tido essa qualidade; uma minoria a possuía, necessariamente. Segunda, que um sábio perfeito é sempre um santo, mas que um santo nem sempre é sábio. Assim também, a noção polêmica de uma "sabedoria dos santos" dirigida contra o esoterismo sapiencial não passa de um mal-entendido e de um abuso de linguagem. Conhece-se esta petição de princípio da teologia militante: Platão, Plotino, Proclo e outros não foram cristãos, portanto, não podiam ser santos. Consequentemente, suas doutrinas dizem respeito à "sabedoria segundo a carne", ao passo que era necessário inferir a elevação de suas doutrinas à sua possível santidade, do mesmo modo que o Cristianismo, enfim, não podia privar-se deles. Quanto à filosofia profana e propriamente racionalista dos gregos, personificada sobretudo por Protágoras, e da qual Aristóteles não é totalmente indene, ela representa um desvio da perspectiva que normalmente cede lugar à gnosis ou ao jnana. Mas quando essa perspectiva está separada da Intelecção pura e, portanto, de sua razão de ser, torna-se fatalmente hostil à religião e permeável a todas as aventuras. Os sábios da Grécia não precisavam dos padres da Igreja para saber disso, e os padres da Igreja não puderam impedir que o mundo cristão caísse nessa armadilha. Contudo, pelo civilizacionismo, que ela torna seu a fim de não deixar escapar nenhuma glória, a Igreja assume paradoxalmente a responsabilidade do mundo moderno — qualificado de "civilização cristã" —, que, no entanto, nada mais é que a excrescência da sabedoria humana estigmatizada pelos padres.
 === Roberto Pla === === Roberto Pla ===
-A Igreja revindicou para si a “ekklesia” edificada por [[biblia:figuras:nt-personagens:cristo:start|Cristo]] e aqui não se negará nada enquanto Igreja manifesta; mas os “eleitos” em sentido oculto são a comunidade de partículas de luz, o espírito de cada um dos homens.+A Igreja revindicou para si a “ekklesia” edificada por Cristo e aqui não se negará nada enquanto Igreja manifesta; mas os “eleitos” em sentido oculto são a comunidade de partículas de luz, o espírito de cada um dos homens.
  
 {{indexmenu>.#1|skipns=/^playground|^wiki/ nsonly}} {{indexmenu>.#1|skipns=/^playground|^wiki/ nsonly}}
  
/home/mccastro/public_html/cristologia/data/attic/philokalia/philokalia-termos/ekklesia/start.1766853926.txt.gz · Última modificação: por 127.0.0.1

Exceto onde for informado ao contrário, o conteúdo neste wiki está sob a seguinte licença: Public Domain
Public Domain Donate Powered by PHP Valid HTML5 Valid CSS Driven by DokuWiki