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| O Abade Anube chegou-se então a ele e disse-lhe: «Convidemos os presbíteros a vir cá hoje». E esperou em pé muito tempo, sem que Poimém lhe desse resposta; após o que, Anube se retirou triste. Então os que estavam sentados juntos a Poimém, perguntaram-lhe: «Abade, porque não lhe deste resposta?» O Abade Poimém explicou-lhes: «Nada tenho que ver, pois morri. Ora o morto não fala». | O Abade Anube chegou-se então a ele e disse-lhe: «Convidemos os presbíteros a vir cá hoje». E esperou em pé muito tempo, sem que Poimém lhe desse resposta; após o que, Anube se retirou triste. Então os que estavam sentados juntos a Poimém, perguntaram-lhe: «Abade, porque não lhe deste resposta?» O Abade Poimém explicou-lhes: «Nada tenho que ver, pois morri. Ora o morto não fala». |
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| 4. Havia no Egito, antes que lá chegassem o Abade Poimém e os seus companheiros, um ancião que gozava de grande fama e grande estima. Ora, quando chegaram da Cétia o Abade Poimém e os seus, os homens deixaram o ancião e iam procurar a Poimém. Este se afligia com o fato, e disse a seus irmãos: «Que havemos de fazer a este grande ancião pois os homens nos suscitaram aflição, abandonando o ancião e dirigindo-se a nós, que nada somos? Como poderemos ser agradáveis ao ancião?» A seguir, acrescentou: «Preparai pequenas porções de alimento, tomai uma [[evangelho-de-jesus:logia-jesus:logia-jesus:medida:start|Medida]] de vinho, e vamos ter com o ancião; comeremos juntos; talvez assim lhe possamos dar agrado». Tomaram, pois, os alimentos, e saíram. Ora, quando bateram à porta, o discípulo do ancião, que os escutara, perguntou: «Quem sois?» Responderam : «Dize ao Abade que Poimém aqui está, querendo ser abençoado por ele». O discípulo referiu isto e voltou com a resposta: «Vai-te, não tenho tempo». Eles, porém, permaneceram no calor do sol, dizendo: «Não partiremos antes que sejamos julgados dignos de ver o ancião». Este, vendo a humildade e a paciência deles, ficou compungido e lhes abriu a porta. Entraram, então, e comeram com ele; quando, pois, estavam a comer, disse o ancião: «Em verdade, não somente o que ouvi dizer de vós, é fidedigno, mas ainda vi o cêntuplo disso em vossa conduta». E tornou-se amigo deles a partir daquele dia. | 4. Havia no Egito, antes que lá chegassem o Abade Poimém e os seus companheiros, um ancião que gozava de grande fama e grande estima. Ora, quando chegaram da Cétia o Abade Poimém e os seus, os homens deixaram o ancião e iam procurar a Poimém. Este se afligia com o fato, e disse a seus irmãos: «Que havemos de fazer a este grande ancião pois os homens nos suscitaram aflição, abandonando o ancião e dirigindo-se a nós, que nada somos? Como poderemos ser agradáveis ao ancião?» A seguir, acrescentou: «Preparai pequenas porções de alimento, tomai uma Medida de vinho, e vamos ter com o ancião; comeremos juntos; talvez assim lhe possamos dar agrado». Tomaram, pois, os alimentos, e saíram. Ora, quando bateram à porta, o discípulo do ancião, que os escutara, perguntou: «Quem sois?» Responderam : «Dize ao Abade que Poimém aqui está, querendo ser abençoado por ele». O discípulo referiu isto e voltou com a resposta: «Vai-te, não tenho tempo». Eles, porém, permaneceram no calor do sol, dizendo: «Não partiremos antes que sejamos julgados dignos de ver o ancião». Este, vendo a humildade e a paciência deles, ficou compungido e lhes abriu a porta. Entraram, então, e comeram com ele; quando, pois, estavam a comer, disse o ancião: «Em verdade, não somente o que ouvi dizer de vós, é fidedigno, mas ainda vi o cêntuplo disso em vossa conduta». E tornou-se amigo deles a partir daquele dia. |
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| 5. Em certa época o Governador da região quis ver o Abade Poimém; o ancião, porém, não o desejava receber. Servindo-se então de um pretexto, mandou prender como malfeitor o sobrinho, e o pôs no cárcere, dizendo: «Se o ancião vier e interceder por ele, eu o soltarei». Ora a irmã de Poimém foi ter com o Abade, ficando a chorar diante da porta; este, porém, não lhe deu resposta. Em consequência, ela se pôs a insultá-lo, dizendo: «Tu que tens entranhas de bronze, compadece-te de mim, pois é meu [[biblia:figuras:pai-mae-filho:filho:start|Filho]] único». O Abade mandou-lhe dizer: «Poimém não gerou filhos». Assim se retirou ela. Ao saber disto, o Governador mandou dizer: «Que o Abade o ordene ao menos com a palavra, e eu soltarei o menino». O ancião fez saber em resposta: «Investiga conforme as leis, e, se é digno de morte, morra; se não o é, faze como quiseres. | 5. Em certa época o Governador da região quis ver o Abade Poimém; o ancião, porém, não o desejava receber. Servindo-se então de um pretexto, mandou prender como malfeitor o sobrinho, e o pôs no cárcere, dizendo: «Se o ancião vier e interceder por ele, eu o soltarei». Ora a irmã de Poimém foi ter com o Abade, ficando a chorar diante da porta; este, porém, não lhe deu resposta. Em consequência, ela se pôs a insultá-lo, dizendo: «Tu que tens entranhas de bronze, compadece-te de mim, pois é meu Filho único». O Abade mandou-lhe dizer: «Poimém não gerou filhos». Assim se retirou ela. Ao saber disto, o Governador mandou dizer: «Que o Abade o ordene ao menos com a palavra, e eu soltarei o menino». O ancião fez saber em resposta: «Investiga conforme as leis, e, se é digno de morte, morra; se não o é, faze como quiseres. |
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| 6. Certa vez um irmão pecou num cenóbio. Ora havia naquelas regiões um anacoreta que, desde muito, não saía mais em público. O Abade do cenóbio foi ter com ele e contou-lhe o caso do delinquente. O anacoreta respondeu: «Expulsai-o». Saindo assim do cenóbio, o irmão penetrou numa gruta, onde se pôs a chorar. Aconteceu então que irmãos, num momento de lazer, foram visitar o Abade Poimém, e, a caminho, ouviram o irmão que chorava; entraram, então, na gruta e, encontrando-o, em grande angústia, exortaram-no a ir procurar Poimém. Ele, porém, não queria, dizendo: «Aqui morrerei». Os irmãos então prosseguiram até a cela do Abade Poimém e narraram-lhe o ocorrido. Este, em resposta, lhes mandou voltar, dizendo: «Anunciai ao irmão: «O Abade Poimém te está chamando». Assim se chegou o irmão. O ancião, vendo-o aflito, levantou-se, abraçou-o e, tratando-o com bom humor, convidou-o para comer. A seguir, o Abade Poimém mandou um dos irmãos ter com o anacoreta, para transmitir o seguinte: «Tendo ouvido contar o que fazes, há muitos anos desejo ver-te, mas, por timidez de ambos, ainda não nos encontramos. Agora, porém, que se apresenta uma ocasião, se é vontade de [[biblia:figuras:divindade:deus:start|Deus]], dá-te a pena de vir até aqui e nós nos veremos». Ora o anacoreta não saía da cela; ouvindo, porém, estas palavras, disse consigo: «Se Deus não o tivesse inspirado ao ancião, este não me teria mandado tal recado». E, levantando-se, foi ter com Poimém. Os dois abraçaram-se mutuamente com alegria e sentaram-se juntos. Disse então o Abade Poimém: «Havia em certo lugar dois homens, os quais tinham cada qual um morto em sua casa; ora um deles deixou o seu morto para ir chorar o do outro». Ao ouvir isto, o ancião compungiu-se, recordando-se do que fizera, e disse: «Poimém, para o alto, para o alto, penetrando no céu; eu, porém, para baixo, para baixo, penetrando na terra». | 6. Certa vez um irmão pecou num cenóbio. Ora havia naquelas regiões um anacoreta que, desde muito, não saía mais em público. O Abade do cenóbio foi ter com ele e contou-lhe o caso do delinquente. O anacoreta respondeu: «Expulsai-o». Saindo assim do cenóbio, o irmão penetrou numa gruta, onde se pôs a chorar. Aconteceu então que irmãos, num momento de lazer, foram visitar o Abade Poimém, e, a caminho, ouviram o irmão que chorava; entraram, então, na gruta e, encontrando-o, em grande angústia, exortaram-no a ir procurar Poimém. Ele, porém, não queria, dizendo: «Aqui morrerei». Os irmãos então prosseguiram até a cela do Abade Poimém e narraram-lhe o ocorrido. Este, em resposta, lhes mandou voltar, dizendo: «Anunciai ao irmão: «O Abade Poimém te está chamando». Assim se chegou o irmão. O ancião, vendo-o aflito, levantou-se, abraçou-o e, tratando-o com bom humor, convidou-o para comer. A seguir, o Abade Poimém mandou um dos irmãos ter com o anacoreta, para transmitir o seguinte: «Tendo ouvido contar o que fazes, há muitos anos desejo ver-te, mas, por timidez de ambos, ainda não nos encontramos. Agora, porém, que se apresenta uma ocasião, se é vontade de Deus, dá-te a pena de vir até aqui e nós nos veremos». Ora o anacoreta não saía da cela; ouvindo, porém, estas palavras, disse consigo: «Se Deus não o tivesse inspirado ao ancião, este não me teria mandado tal recado». E, levantando-se, foi ter com Poimém. Os dois abraçaram-se mutuamente com alegria e sentaram-se juntos. Disse então o Abade Poimém: «Havia em certo lugar dois homens, os quais tinham cada qual um morto em sua casa; ora um deles deixou o seu morto para ir chorar o do outro». Ao ouvir isto, o ancião compungiu-se, recordando-se do que fizera, e disse: «Poimém, para o alto, para o alto, penetrando no céu; eu, porém, para baixo, para baixo, penetrando na terra». |
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| 7. Certa vez um grupo numeroso de anciãos foi ter com o Abade Poimém. Ora um dos parentes do Abade Poimém tinha um menino cuja cabeça, por ação do demônio, estava virada para trás. O [[estudos:ernst-benz:pai:start|Pai]] da criança, vendo o grande número de Padres reunidos, tomou o menino e sentou-se fora do mosteiro a chorar. Aconteceu que um dos anciãos saiu, e, vendo-o, perguntou: «Porque choras, homem?» Este respondeu: «Sou parente do Abade Poimém; eis que sobre o menino recaiu tal maldade do demônio; desejamos levá-lo ao ancião, mas tememos, pois este não nos quer ver. E, se agora souber que estou aqui, mandará expulsar-me. Eu, porém, observando a vossa chegada, ousei aproximar-me. Portanto, Abade, compadece-te de mim, como bem quiseres; leva meu filho para dentro, e orai vós por ele». | 7. Certa vez um grupo numeroso de anciãos foi ter com o Abade Poimém. Ora um dos parentes do Abade Poimém tinha um menino cuja cabeça, por ação do demônio, estava virada para trás. O Pai da criança, vendo o grande número de Padres reunidos, tomou o menino e sentou-se fora do mosteiro a chorar. Aconteceu que um dos anciãos saiu, e, vendo-o, perguntou: «Porque choras, homem?» Este respondeu: «Sou parente do Abade Poimém; eis que sobre o menino recaiu tal maldade do demônio; desejamos levá-lo ao ancião, mas tememos, pois este não nos quer ver. E, se agora souber que estou aqui, mandará expulsar-me. Eu, porém, observando a vossa chegada, ousei aproximar-me. Portanto, Abade, compadece-te de mim, como bem quiseres; leva meu filho para dentro, e orai vós por ele». |
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| O ancião, levando o menino, entrou, e pôs-se a agir com prudência: não o levou logo ao Abade Poimém, mas, começando pelos irmãos mais jovens, disse: «Fazei o [[evangelho-de-jesus:logia-jesus:logia-jesus:sinal-da-cruz:start|Sinal da Cruz]] sobre a criança». Tendo conseguido que todos a persignassem, por último levou-a ao Abade Poimém. Este não queria que o menino se aproximasse. Os outros, porém, o solicitavam, dizendo: «Como todos, faze também tu, Pai». Ele, então, gemendo, levantou-se e orou dizendo: «Ó Deus, cura a tua criatura, para que não seja dominada pelo inimigo». A seguir, fez-lhe o sinal da cruz, ficando logo curado o menino, que ele entregou são ao seu pai. | O ancião, levando o menino, entrou, e pôs-se a agir com prudência: não o levou logo ao Abade Poimém, mas, começando pelos irmãos mais jovens, disse: «Fazei o Sinal da Cruz sobre a criança». Tendo conseguido que todos a persignassem, por último levou-a ao Abade Poimém. Este não queria que o menino se aproximasse. Os outros, porém, o solicitavam, dizendo: «Como todos, faze também tu, Pai». Ele, então, gemendo, levantou-se e orou dizendo: «Ó Deus, cura a tua criatura, para que não seja dominada pelo inimigo». A seguir, fez-lhe o sinal da cruz, ficando logo curado o menino, que ele entregou são ao seu pai. |
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| 8. Em dada ocasião um irmão foi da região do Abade Poimém para terra estrangeira, onde chegou à cela de certo anacoreta, que, por ter grande caridade, era procurado por muitos. O irmão falou-lhe do Abade Poimém, de modo que, sabendo das virtudes deste, o anacoreta desejou vê-lo. Certo tempo depois que o irmão voltara para o Egito, o anacoreta levantou-se e foi da terra estrangeira para o Egito em demanda do irmão que outrora o visitara, pois este lhe dissera onde morava. Vendo-o, este se admirou e alegrou profundamente. Disse então o anacoreta: «Faze a caridade de me levar ao Abade Poimém». O irmão conduziu-o ao ancião, a quem anunciou nestes termos as qualidades do visitante: «É um grande homem, dotado de muita caridade e de muita estima em sua terra. Falei-lhe de ti, e ele veio desejoso de te ver». Poimém recebeu-o então com alegria, e, depois de se terem saudado, sentaram-se. O estrangeiro começou a falar da Escritura, de coisas espirituais e celestes; diante disto, o Abade Poimém voltou o rosto e não deu resposta. Aquele, vendo que Poimém não lhe falava, ficou triste e saiu, dizendo ao irmão que o conduzira: «Em vão fiz toda esta viagem. Com efeito, vim visitar o ancião, e eis que nem quer falar comigo». O irmão entrou, pois, na cela do Abade Poimém e disse-lhe: «Abade, foi por causa de ti que este grande homem veio, ele que goza de tanta glória em sua terra; por que não conversaste com ele?» Respondeu-lhe o ancião: «Ele é do alto e fala de coisas celestes, enquanto eu sou de baixo e falo de coisas terrestres. Se me tivesse falado das paixões da alma, eu lhe teria respondido; tratando-se, porém, de coisas espirituais, eu não estou a par». O irmão então saiu e disse ao estrangeiro: «O ancião não costuma falar de Escritura, mas, se alguém lhe fala das paixões da alma, ele responde». O visitante, compungido, foi de novo procurar o ancião e disse-lhe: «Que farei, Abade, pois que me dominam as paixões da alma?» Poimém fitou-o com alegria e disse-lhe: «Desta vez vieste oportunamente. Agora abre a boca a respeito dessas coisas, e eu a encherei de bens». O estrangeiro, muito edificado, acrescentou: «Sem dúvida, essa é a via genuína». E voltou para a sua terra, dando graças a Deus por ter sido julgado digno de encontrar tal santo. | 8. Em dada ocasião um irmão foi da região do Abade Poimém para terra estrangeira, onde chegou à cela de certo anacoreta, que, por ter grande caridade, era procurado por muitos. O irmão falou-lhe do Abade Poimém, de modo que, sabendo das virtudes deste, o anacoreta desejou vê-lo. Certo tempo depois que o irmão voltara para o Egito, o anacoreta levantou-se e foi da terra estrangeira para o Egito em demanda do irmão que outrora o visitara, pois este lhe dissera onde morava. Vendo-o, este se admirou e alegrou profundamente. Disse então o anacoreta: «Faze a caridade de me levar ao Abade Poimém». O irmão conduziu-o ao ancião, a quem anunciou nestes termos as qualidades do visitante: «É um grande homem, dotado de muita caridade e de muita estima em sua terra. Falei-lhe de ti, e ele veio desejoso de te ver». Poimém recebeu-o então com alegria, e, depois de se terem saudado, sentaram-se. O estrangeiro começou a falar da Escritura, de coisas espirituais e celestes; diante disto, o Abade Poimém voltou o rosto e não deu resposta. Aquele, vendo que Poimém não lhe falava, ficou triste e saiu, dizendo ao irmão que o conduzira: «Em vão fiz toda esta viagem. Com efeito, vim visitar o ancião, e eis que nem quer falar comigo». O irmão entrou, pois, na cela do Abade Poimém e disse-lhe: «Abade, foi por causa de ti que este grande homem veio, ele que goza de tanta glória em sua terra; por que não conversaste com ele?» Respondeu-lhe o ancião: «Ele é do alto e fala de coisas celestes, enquanto eu sou de baixo e falo de coisas terrestres. Se me tivesse falado das paixões da alma, eu lhe teria respondido; tratando-se, porém, de coisas espirituais, eu não estou a par». O irmão então saiu e disse ao estrangeiro: «O ancião não costuma falar de Escritura, mas, se alguém lhe fala das paixões da alma, ele responde». O visitante, compungido, foi de novo procurar o ancião e disse-lhe: «Que farei, Abade, pois que me dominam as paixões da alma?» Poimém fitou-o com alegria e disse-lhe: «Desta vez vieste oportunamente. Agora abre a boca a respeito dessas coisas, e eu a encherei de bens». O estrangeiro, muito edificado, acrescentou: «Sem dúvida, essa é a via genuína». E voltou para a sua terra, dando graças a Deus por ter sido julgado digno de encontrar tal santo. |