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 ===== CRISTIANISMO MEDIEVAL ===== ===== CRISTIANISMO MEDIEVAL =====
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 Cristologia – Cristianismo Medieval Cristologia – Cristianismo Medieval
  
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 Muitos problemas “metafísicos” foram tratados pela Idade Média antes de qualquer difusão efetiva da Metafísica aristotélica; reciprocamente, a questão da possibilidade da metafísica, a de sua acessibilidade a um espírito adulto, a questão, enfim, da definição do projeto metafísico, a partir da determinação de um objeto específico, colaboraram para a recepção e a interpretação de três textos fundadores: a philosophia prima de Avicena, a Metafísica de Aristóteles, o Grande Comentário de Averróis sobre a Metafísica. O problema da delimitação da essência da metafísica como tal, entendida como “teiologia” (Heidegger) isto é, como a entre-implicação originária de uma ontologia e de uma teologia, solicitando a formulação de um conceito geral do ser em termos de univocidade ou de analogia, supõe a utilização da integridade do corpus metafísico grego-árabe. Assim, a história da metafísica medieval se distribui, pelo menos, em duas fases: uma fase “greco-latina”, e outra “aristotélica”, ou mais exatamente “peripatética”. Em fins do século XIII e no século XIV aparece uma corrente neoplatonizante que subordina a metafísica à henologia. (Alain de Libera) Muitos problemas “metafísicos” foram tratados pela Idade Média antes de qualquer difusão efetiva da Metafísica aristotélica; reciprocamente, a questão da possibilidade da metafísica, a de sua acessibilidade a um espírito adulto, a questão, enfim, da definição do projeto metafísico, a partir da determinação de um objeto específico, colaboraram para a recepção e a interpretação de três textos fundadores: a philosophia prima de Avicena, a Metafísica de Aristóteles, o Grande Comentário de Averróis sobre a Metafísica. O problema da delimitação da essência da metafísica como tal, entendida como “teiologia” (Heidegger) isto é, como a entre-implicação originária de uma ontologia e de uma teologia, solicitando a formulação de um conceito geral do ser em termos de univocidade ou de analogia, supõe a utilização da integridade do corpus metafísico grego-árabe. Assim, a história da metafísica medieval se distribui, pelo menos, em duas fases: uma fase “greco-latina”, e outra “aristotélica”, ou mais exatamente “peripatética”. Em fins do século XIII e no século XIV aparece uma corrente neoplatonizante que subordina a metafísica à henologia. (Alain de Libera)
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