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| - | [[evangelho-de-jesus: | + | PARÁBOLAS EVANGÉLICAS — A Levedura — O FERMENTO (Mt XIII, 33; Lc XIII, 20-21) |
| Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento, que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo esteja levedado. (Mt 13:33) | Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento, que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo esteja levedado. (Mt 13:33) | ||
| - | E disse outra vez: A que compararei o reino de [[biblia: | + | E disse outra vez: A que compararei o reino de Deus? É semelhante ao fermento que uma mulher, tomando-o, escondeu em três medidas de farinha, até que tudo levedou. (Lc 13:20-21) |
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| Citações dos Padres — nosso site francês | Citações dos Padres — nosso site francês | ||
| - | [[medievo: | + | Tomás de Aquino: Catena aurea — Mateus e Lucas |
| - | Roberto Pla: [[gnosticismo: | + | Roberto Pla: Evangelho de Tomé - Logion 16 e Logion 96 |
| Com a levedura se menciona na parábola a pérola, o tesouro, a pedra angular, a Palavra, etc. ..., enquanto essência, enquanto Ser verdadeiro do homem. A “massa” é a alma, na qual está “escondida” a levedura, posto que permanece desconhecida pela consciência até que seu fruto cresça o bastante para que sua presença seja reconhecida. Por último, a massa aparece dividida em “pães”, | Com a levedura se menciona na parábola a pérola, o tesouro, a pedra angular, a Palavra, etc. ..., enquanto essência, enquanto Ser verdadeiro do homem. A “massa” é a alma, na qual está “escondida” a levedura, posto que permanece desconhecida pela consciência até que seu fruto cresça o bastante para que sua presença seja reconhecida. Por último, a massa aparece dividida em “pães”, | ||
| - | Como o que explica esta parábola é a revelação capital da Boa Nova, os “ditos” de Jesus recompilados no Evangelho de [[evangelho-de-jesus: | + | Como o que explica esta parábola é a revelação capital da Boa Nova, os “ditos” de Jesus recompilados no Evangelho de Tomé voltam sobre ela mais de uma vez. Também devemos nós insistir. |
| - | Os muitos pães parecem assinalar o viver da consciência individual, separada; mas isto só se vê assim quando os pães se contemplam com um olhar superficial. Mas o olhar profundo do conhecimento resulta evidente que o “pouco” de levedura que a vontade do [[estudos: | + | Os muitos pães parecem assinalar o viver da consciência individual, separada; mas isto só se vê assim quando os pães se contemplam com um olhar superficial. Mas o olhar profundo do conhecimento resulta evidente que o “pouco” de levedura que a vontade do Pai — a mulher da parábola — tomou de seu próprio Reino e que está “escondida”, |
| O que o olhar deve descobrir, se é um olhar que busca o conhecimento, | O que o olhar deve descobrir, se é um olhar que busca o conhecimento, | ||
| - | Por outra parte, é fácil identificar a levedura da parábola com o [[biblia: | + | Por outra parte, é fácil identificar a levedura da parábola com o Filho, o qual, enquanto hóspede invisível e imortal da massa, é o desconhecido “perfeito”, |
| - | Isto é o que motivou o canto de Zacarias, quando pleno do [[biblia: | + | Isto é o que motivou o canto de Zacarias, quando pleno do Espírito Santo, profetizou em seu Benedictus (v. Zacarias Isabel). |
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| - | [[estudos: | + | Maurice Nicoll: A LEVEDURA'' |
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