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| ===== FARISEU E PUBLICANO ===== | ===== FARISEU E PUBLICANO ===== | ||
| - | [[evangelho-de-jesus: | + | PARÁBOLAS EVANGÉLICAS — O FARISEU E O PUBLICANO (Lc XVIII, 9-14) |
| - | [[evangelho-de-jesus: | + | Evangelho de Jesus: Lc 18:9-14 |
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| - | [[medievo: | + | Tomás de Aquino: CATENA AUREA |
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| - | Antonio | + | Antonio Orbe: Convidados; Reino dos Pequeninos; Maior dentre todos |
| - | [[gnosticismo: | + | Marcion reteve a parábola para ridicularizar a hipócrita religiosidade judia, e para rechaçar o culto de Jeová. Seu pensamento se conhece através de Tertuliano. |
| - | - "E acercando-se certo fariseu, sacerdote, por nome Levi, saiu junto com eles e disse ao Salvador: 'Quem te autorizou a pisar este lugar de purificação e ver os vasos sagrados, sem lavar-te e sem que teus discípulos se tenham banhado os pés? Pisastes não limpo o templo, lugar puro, que ninguém pisa se não quem se banhou e mudou a vestimenta, nem ousa olhar os vasos sagrados' | + | - "E acercando-se certo fariseu, sacerdote, por nome Levi, saiu junto com eles e disse ao Salvador: 'Quem te autorizou a pisar este lugar de purificação e ver os vasos sagrados, sem lavar-te e sem que teus discípulos se tenham banhado os pés? Pisastes não limpo o templo, lugar puro, que ninguém pisa se não quem se banhou e mudou a vestimenta, nem ousa olhar os vasos sagrados' |
| - | - O fariseu era o tipo ideal do judeu, antítese do verdadeiro cristão. Amigos de justiças externas, como seu [[biblia: | + | - O fariseu era o tipo ideal do judeu, antítese do verdadeiro cristão. Amigos de justiças externas, como seu Deus, e por elas canonizado. Cristo o reprovou, justificando ao injustificável publicano, do ponto de vista hebreu. Poucas parábolas ratificavam com tanta evidência para Marcion o signo do Evangelho, abertamente contrário ao templo, a seus adoradores natos e a seu deus. |
| - | O Comentário ao [[estudos: | + | O Comentário ao Diatessaron não permite descobrir as cláusulas de Taciano. Escreve Efrem: “O fariseu que orava, dizia de si coisas verdadeiras; |
| - | - As linhas de Efrem correm com simplicidade. A eficácia da [[oracao: | + | - As linhas de Efrem correm com simplicidade. A eficácia da oração não depende da verdades das próprias ações, boas ou más, expostas diante de Deus, senão do modo de expô-las. |
| Taciano sabia apoiar a complacência divina no humilde pecador, acudindo à doutrina do Discurso contra os helenos: “Porque de suja a alma é trevas e nada luminoso há nela”. | Taciano sabia apoiar a complacência divina no humilde pecador, acudindo à doutrina do Discurso contra os helenos: “Porque de suja a alma é trevas e nada luminoso há nela”. | ||
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| Tertuliano põe em relevo a modéstia e a humildade necessárias para a oração. | Tertuliano põe em relevo a modéstia e a humildade necessárias para a oração. | ||
| - | - Em pugna com Marcion, desenvolvia as teses habituais. Nada escondem as palavras do Salvador ofensivo para o Criador nem para o templo. Cristo ignora outro Deus, e templo, e adoradores, e justiça estranhos aos dos [[evangelho-de-jesus: | + | - Em pugna com Marcion, desenvolvia as teses habituais. Nada escondem as palavras do Salvador ofensivo para o Criador nem para o templo. Cristo ignora outro Deus, e templo, e adoradores, e justiça estranhos aos dos Judeus. |
| - | [[ate-agostinho: | + | Cipriano segue o mestre Tertuliano, enaltecendo ainda mais o publicano da parábola. |
| - | [[ate-agostinho: | + | Clemente de Alexandria se contenta em citar sem comentário invertendo a ordem dos membros, com um paralelo com Platão. |
| - | [[ate-agostinho: | + | Orígenes legou melhores elementos. |
| - O grande pecado do homem está na ignorância. O fariseu ignorava sua própria congênita enfermidade, | - O grande pecado do homem está na ignorância. O fariseu ignorava sua própria congênita enfermidade, | ||
| - | [[philokalia: | + | Jean-Claude Larchet: TERAPÊUTICA DAS DOENÇAS ESPIRITUAIS |
| El orgullo empuja al hombre a medirse a sí mismo con su prójimo y antes de afirmar su superioridad en relación con él, afirmar lo que lo distingue, a creerse fundamentalmente diferente. El arquetipo de esta actitud nos es presentado en el Evangelio por el ejemplo del fariseo que dice: «Yo no soy como los demás hombres (...) ni como ese publicano» (Lc. 18, 11). Por el orgullo el hombre experimenta la necesidad de compararse, de establecer jerarquías, | El orgullo empuja al hombre a medirse a sí mismo con su prójimo y antes de afirmar su superioridad en relación con él, afirmar lo que lo distingue, a creerse fundamentalmente diferente. El arquetipo de esta actitud nos es presentado en el Evangelio por el ejemplo del fariseo que dice: «Yo no soy como los demás hombres (...) ni como ese publicano» (Lc. 18, 11). Por el orgullo el hombre experimenta la necesidad de compararse, de establecer jerarquías, | ||
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| - | [[estudos: | + | Maurice Nicoll: Fariseu e Publicano |
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