Ferramentas do usuário

Ferramentas do site


estudos:merton:diario-da-asia:start

Diferenças

Aqui você vê as diferenças entre duas revisões dessa página.

Link para esta página de comparações

Próxima revisão
Revisão anterior
estudos:merton:diario-da-asia:start [27/12/2025 11:45] – criada - edição externa 127.0.0.1estudos:merton:diario-da-asia:start [11/01/2026 06:14] (atual) – edição externa 127.0.0.1
Linha 1: Linha 1:
 ===== MERTON DIÁRIO DA ÁSIA ===== ===== MERTON DIÁRIO DA ÁSIA =====
-Thomas [[estudos:merton:start|Merton]] — Diário da Ásia+Thomas Merton — Diário da Ásia
  
 O grande valor deste livro encontra-se certamente na expressão ímpar da sensibilidade de Thomas Merton, e no seu dom espiritual de transmitir as observações cotidianas de sua experiência em culturas religiosas distantes da ocidental, assim como de colher citações destas tradições que assim complementam o pleno sentido de sua percepção. O grande valor deste livro encontra-se certamente na expressão ímpar da sensibilidade de Thomas Merton, e no seu dom espiritual de transmitir as observações cotidianas de sua experiência em culturas religiosas distantes da ocidental, assim como de colher citações destas tradições que assim complementam o pleno sentido de sua percepção.
  
-[[evangelho-de-jesus:logia-jesus:logia-jesus:riqueza:start|Riqueza]] deste livro feito de anotações apressadas, referências, notas sobre conversas, esquemas sobre viagens pitorescas, unidos a introspecções profundas entremeadas com leve poesia e senso de humor, colocou muitos problemas. Os editores tiveram de consultar amigos e conhecidos de Merton no longínquo continente da Ásia e no Ocidente. Mesmo assim algumas dúvidas permaneceram quanto ao texto e ao contexto. A erudição do autor e sua memória fenomenal, tanto quanto sua capacidade de absorver e de permutar ideias, transformaram por vezes suas páginas em listas de termos ou mesmo em quebra-cabeças crípticos (onde a ordem direta não podia ser encontrada) — mas a colaboração entre editores e muitos autores e correspondentes, como o leitor irá verificar, levou a resultados bem satisfatórios. O livro é muito coerente. Sem mudar o original, como certamente Merton faria, na revisão, todas as frases foram examinadas e forneceram-se notas — bem como apêndices e um glossário. Onde palavras estrangeiras se pronunciavam de modo diferente, as variações foram conservadas; algumas vezes as trocas de palavras (do sânscrito para o páli, por exemplo), tinham de ser conservadas quando citadas ou interpretadas pelo autor. Nenhuma uniformidade foi imposta sobre sinais diacríticos; as palavras aparecem como foram escritas no original do diário e também como são conhecidas pelo "público em geral". Isto significou algum sacrifício dos níveis acadêmicos, mas também evitou certa rigidez que teria feito do livro um tratado. A natureza improvisada do livro, onde tanto a fantasia quanto a composição de um artista permitem o lanço rápido de uma palavra em tâmil, uma citação em francês e um mandala tibetano ao mesmo tempo, onde transcrições de jornais locais e dissertações metafísicas se justapõem, parecem combinar com a variada e casual ortografia. Isto não afeta a alta seriedade do livro, pois dá colorido à estrutura, semelhante a uma rocha, e aos céus de uma peregrinação fora do comum.+A Riqueza deste livro feito de anotações apressadas, referências, notas sobre conversas, esquemas sobre viagens pitorescas, unidos a introspecções profundas entremeadas com leve poesia e senso de humor, colocou muitos problemas. Os editores tiveram de consultar amigos e conhecidos de Merton no longínquo continente da Ásia e no Ocidente. Mesmo assim algumas dúvidas permaneceram quanto ao texto e ao contexto. A erudição do autor e sua memória fenomenal, tanto quanto sua capacidade de absorver e de permutar ideias, transformaram por vezes suas páginas em listas de termos ou mesmo em quebra-cabeças crípticos (onde a ordem direta não podia ser encontrada) — mas a colaboração entre editores e muitos autores e correspondentes, como o leitor irá verificar, levou a resultados bem satisfatórios. O livro é muito coerente. Sem mudar o original, como certamente Merton faria, na revisão, todas as frases foram examinadas e forneceram-se notas — bem como apêndices e um glossário. Onde palavras estrangeiras se pronunciavam de modo diferente, as variações foram conservadas; algumas vezes as trocas de palavras (do sânscrito para o páli, por exemplo), tinham de ser conservadas quando citadas ou interpretadas pelo autor. Nenhuma uniformidade foi imposta sobre sinais diacríticos; as palavras aparecem como foram escritas no original do diário e também como são conhecidas pelo "público em geral". Isto significou algum sacrifício dos níveis acadêmicos, mas também evitou certa rigidez que teria feito do livro um tratado. A natureza improvisada do livro, onde tanto a fantasia quanto a composição de um artista permitem o lanço rápido de uma palavra em tâmil, uma citação em francês e um mandala tibetano ao mesmo tempo, onde transcrições de jornais locais e dissertações metafísicas se justapõem, parecem combinar com a variada e casual ortografia. Isto não afeta a alta seriedade do livro, pois dá colorido à estrutura, semelhante a uma rocha, e aos céus de uma peregrinação fora do comum.
  
 Estas páginas revelam o caráter e o modo de ser de uma rara e amada personalidade. Livro que parece terminar em tragédia: mas em que o elemento trágico, que é parte da vida, é ultrapassado por vibrante humanidade. (excerto da apresentação de Amiya Chakravarti) Estas páginas revelam o caráter e o modo de ser de uma rara e amada personalidade. Livro que parece terminar em tragédia: mas em que o elemento trágico, que é parte da vida, é ultrapassado por vibrante humanidade. (excerto da apresentação de Amiya Chakravarti)
Linha 46: Linha 46:
 IV- Experiência monástica e diálogo entre Oriente e Ocidente IV- Experiência monástica e diálogo entre Oriente e Ocidente
  
-V- [[oracao:start|Oração]] especial de encerramento+V- Oração especial de encerramento
  
 VI- Carta circular aos amigos/novembro de 1968 VI- Carta circular aos amigos/novembro de 1968
Linha 62: Linha 62:
 - ATHAYDE - ATHAYDE
  
-{{indexmenu>.#1|skipns=/^playground|^wiki/ nsonly}}+{{indexmenu>.#1|tsort nsort}}
  
/home/mccastro/public_html/cristologia/data/attic/estudos/merton/diario-da-asia/start.1766853927.txt.gz · Última modificação: por 127.0.0.1

Exceto onde for informado ao contrário, o conteúdo neste wiki está sob a seguinte licença: Public Domain
Public Domain Donate Powered by PHP Valid HTML5 Valid CSS Driven by DokuWiki