estudos:mcginn:anticristo:start
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| + | ===== O ANTICRISTO ===== | ||
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| + | Bernard McGinn: ANTICRISTO — DOIS MIL ANOS DE FASCINAÇÃO HUMANA COM O MAL | ||
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| + | Anticristo | ||
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| + | Em viradas de século e ainda mais de milênios exacerba-se a preocupação com o fim do mundo e o papel que um agente humano maligno desempenhará neste evento. McGinn acompanha a noção de Anticristo de suas origens judaico-cristãs até os dias atuais, alertando sobre a violência potencial que acompanha esta crença, quando puramente literal. | ||
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| + | Reconhecendo que a noção de Anticristo foi formulada de uma combinação de mito, história e lenda, McGinn demonstra como o Anticristo serviu a necessidade humana de compreender a persistência do mal no mundo. Com raízes no Judaísmo do Segundo Templo — período de distúrbios religiosos e políticos — a noção de Anticristo desenvolveu-se da crença em forças humanas e angélicas malevolentes. | ||
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| + | Seguindo a lenda do Anticristo através do Cristianismo Primitivo até sua ampla disseminação na Idade Média tardia e século XVI, McGinn explora a evolução da noção através dos séculos que a revestiram de detalhes. Mostra como atormentou a imaginação popular tanto na forma de identificação com indivíduos, | ||
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| + | Epifania | ||
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| + | No retábulo de Bosch, "Altar da Epifania — Adoração dos Reis Magos", | ||
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| + | Um aspecto intrigante da representação de Bosch, da " | ||
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| + | Outra interpretação, | ||
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