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estudos:kolakowski:alem-do-eidos-intemporal:start

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-Todas as nossas considerações, até agora, consistiram em uma tentativa de descrição puramente eidética que, conscientemente, se queria independente das circunstâncias históricas. É permitido interpretar a mística "em geral" dessa forma, mas não um místico em particular, apesar da notável tendência à repetição que é própria da literatura desse tipo ao longo de séculos. Silesius, como místico, também deve ser compreendido recolocado em seu tempo, se quisermos interpretá-lo como Silesius, e não como um dos exemplares do *[[philokalia:philokalia-termos:eidos:start|eidos]]* intemporal da mística.+Todas as nossas considerações, até agora, consistiram em uma tentativa de descrição puramente eidética que, conscientemente, se queria independente das circunstâncias históricas. É permitido interpretar a mística "em geral" dessa forma, mas não um místico em particular, apesar da notável tendência à repetição que é própria da literatura desse tipo ao longo de séculos. Silesius, como místico, também deve ser compreendido recolocado em seu tempo, se quisermos interpretá-lo como Silesius, e não como um dos exemplares do *eidos* intemporal da mística.
  
-É claro e incontestável que o Peregrino Querubínico faz parte daquela poderosa onda pré-pietista que, a partir de [[theosophos:sebastian-franck:start|Sebastian Franck]], manifesta-se ininterruptamente na Alemanha protestante. Pensamos na corrente não confessional da segunda Reforma, à qual, sem saber, Lutero deu impulso com seu sucesso. Essa corrente, convencida de reconstituir e continuar o conteúdo primeiro e autêntico da Reforma, tomou de Lutero o que o unia à tradição mística: o ideal de um cristianismo espiritual, em oposição à religião ritual.+É claro e incontestável que o Peregrino Querubínico faz parte daquela poderosa onda pré-pietista que, a partir de Sebastian Franck, manifesta-se ininterruptamente na Alemanha protestante. Pensamos na corrente não confessional da segunda Reforma, à qual, sem saber, Lutero deu impulso com seu sucesso. Essa corrente, convencida de reconstituir e continuar o conteúdo primeiro e autêntico da Reforma, tomou de Lutero o que o unia à tradição mística: o ideal de um cristianismo espiritual, em oposição à religião ritual.
  
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