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 ===== BORELLA AMOR SI DEUS ===== ===== BORELLA AMOR SI DEUS =====
-JEAN [[estudos:borella:start|Borella]] — CARIDADE PROFANADA+JEAN Borella — CARIDADE PROFANADA
  
 ESTRUTURA METAFÍSICA DA CARIDADE NA SUA ORDEM HUMANA ESTRUTURA METAFÍSICA DA CARIDADE NA SUA ORDEM HUMANA
-XI — O AMOR DE SI E O AMOR DE [[biblia:figuras:divindade:deus:start|Deus]]+XI — O AMOR DE SI E O AMOR DE Deus
 Introdução Introdução
  
 A ilusão mortal de um amor natural dos outros aparece agora em toda sua nitidez. Por aí mesmo que o outro é outro, não me é possível amá-lo verdadeiramente, a menos de uma conversão interior. O calor, o poder, a amplitude do amor natural não podem nada mudar ao fato da pluralidade dos egos. O poder caritativo pode muito bem recobrir a separatividade existencial de um véu de afecção unitiva, ela não poderia aboli-la sobre seu próprio plano: ela não pode senão mentir à realidade. O amor natural dos outros é uma mentira, talvez nada subjetiva e voluntário, mas objetivo e apesar de todos nossos esforços. A ilusão mortal de um amor natural dos outros aparece agora em toda sua nitidez. Por aí mesmo que o outro é outro, não me é possível amá-lo verdadeiramente, a menos de uma conversão interior. O calor, o poder, a amplitude do amor natural não podem nada mudar ao fato da pluralidade dos egos. O poder caritativo pode muito bem recobrir a separatividade existencial de um véu de afecção unitiva, ela não poderia aboli-la sobre seu próprio plano: ela não pode senão mentir à realidade. O amor natural dos outros é uma mentira, talvez nada subjetiva e voluntário, mas objetivo e apesar de todos nossos esforços.
  
-Dizemos "talvez", pois segundo uma expressão de Schuon, este amor é frequentemente "petrificado de amargura": "A existência (daqueles que negam Deus) é condenado a uma espécie de [[biblia:figuras:divindade:start|Divindade]], ou melhor a um simulacro de divindade, donde esta aparência de superioridade da qual falamos, este sentir-à-vontade marmóreo que se combina voluntariosamente com uma caridade petrificada de amargura levantada no fundo contra Deus".+Dizemos "talvez", pois segundo uma expressão de Schuon, este amor é frequentemente "petrificado de amargura": "A existência (daqueles que negam Deus) é condenado a uma espécie de Divindade, ou melhor a um simulacro de divindade, donde esta aparência de superioridade da qual falamos, este sentir-à-vontade marmóreo que se combina voluntariosamente com uma caridade petrificada de amargura levantada no fundo contra Deus".
  
 1) Amor de si, remorso e nudez interior 1) Amor de si, remorso e nudez interior
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 3) Acesso à proximidade interior 3) Acesso à proximidade interior
 4) A crucificação alquímica 4) A crucificação alquímica
-5) Notas sobre amor e [[gnosticismo:gnose:gnose:start|Gnose]]+5) Notas sobre amor e Gnose
  
 {{indexmenu>.#1|tsort nsort}} {{indexmenu>.#1|tsort nsort}}
  
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