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| + | ===== BASÍLIO PEQUENA ASCÉTICA ===== | ||
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| + | Basílio o Grande — Pequena Ascética | ||
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| + | Excertos: | ||
| + | * ASCÉTICA 1-100 | ||
| + | * ASCÉTICA 101-200 | ||
| + | * ASCÉTICA 201-313 | ||
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| + | Regla de San Basílio, traducción: | ||
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| + | Tradução de Antonio Carneiro pags. xii e xiii: | ||
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| + | Esta denominação (Pequena Ascética) foi definitivamente consagrada pelo saudoso P. Jean Gribomont, OSB. Citamos suas próprias palavras: “O aporte mais importante das antigas versões se deve ao latim de Rufino e ao siríaco, que dependem de uma recenção curta, a Pequena Ascética... A versão latina é composta de 203 Questões; dela conheço 60 manuscritos, | ||
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| + | A importância maior da primitiva tradução siríaca reside no fato de confirmar a existência de um primeiro estágio da Ascética: a PA. Aliás, pode contribuir para corrigir algumas deficiências da versão latina. Não serve, por sua vez, para efetuar uma retroversão, | ||
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| + | A primeira edição da PA latina apareceu em Veneza em 13 de abril de 1500. Tratava-se de uma coleção de Regras: as de São Bento, São Basílio, Santo Agostinho e São Francisco de Assis, por Jean François Brixianus, monge da Congregação De Santa Justina. A edição Sancti Basilii Opera (Paris, 1520) retomou o mesmo texto editado por Brixianus; só introduziu uma mudança na apresentação: | ||
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| + | J. Gribomont demonstrou em seu momento as insuficiências destas edições. Contudo, até a recente edição de Klaus Zelzer (Wien, 1986), a de Holste pode ser considerada a melhor de todas. | ||
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| + | Não há dúvidas sobre o fato de que a tradução latina da PA seja obra de Rufino de Aquiléia. Seu trabalho como tradutor neste caso é muito bom. Logrou uma versão inteligente e fiel, que constitui o melhor testemunho da PA. | ||
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