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BALTHASAR – ORÍGENES (BOEF)
Resumo construído a partir da tradução inglesa do livro (BOEF).
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Introdução
Importância de Orígenes na história do pensamento Cristão
Junto a Agostinho de Hipona e Tomás de Aquino seria seu justo lugar
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Fascinou desde os Capadócios até Agostinho, além de Dionísio o Areopagita, Máximo o Confessor, Escoto Eriugena e Mestre Eckhart
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Denominado o “homem de aço” pelos Padres
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Eusébio deve tudo a Orígenes
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Jerônimo, quando comenta as Escrituras, segue Orígenes; apesar de posteriormente negá-lo
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Basílio e Gregório de Nazianzo têm uma admiração entusiástica
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Gregório de Nissa ficou cativado por seus escritos
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Ambrósio de Milão o recebeu dos Capadócios; grande parte de seus breviários são literalmente Orígenes
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A Medida que o espírito deste mestre partia deixando apenas a letra de seus escritos, ficou-se com um “sistema” que acabou condenado pelo imperador Justiniano
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Qual a necessidade de desmantelar este “sistema” atacando suas teses, sem se ater a seu espírito?
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Apesar de tudo depois de longa oposição Orígenes foi rejeitado e condenado pela teologia cristã
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Tentativa de resgatar o essencial espiritual de seu ensinamento, através de uma estrutura temática com excertos, que levam em conta os “estratos de seu pensamento”
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Estratos de seu pensamento
Primeiro estrato: opiniões “heterodoxas”, influenciadas por mitos platônicos, sem abrigo na Igreja
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Segundo estrato: atravessando todo seu pensamento, denominado um “platonismo dos Padres”; um caminho para Deus por uma re-ascensão
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Terceiro estrato: aspecto único, pessoal, misterioso e inimitável, difícil de repassar aos seguidores, mas imanente em seus escritos
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Prólogo: De tendas e fontes
A característica distintiva do pensamento de Orígenes é o eros de uma sede inextinguível pela sabedoria
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Obras são finitas, conhecimento é infinito
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Mas, diferentemente do eros ascendente de Platão, esta infinitude é condicionada menos pela orientação inextirpável da criatura para Deus do que pela essência pessoalmente infinita de Deus Ele mesmo
La doctrine de l’humilité
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Impossibilité de parvenir à une connaissance absolue
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Assim, por toda a eternidade, a esperança está aberta em direção ao alto
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A verdadeira sabedoria é vida: uma fonte eternamente borbulhante.
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É a alma viva do corpo da PALAVRA: as escrituras.
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Mas esta Interioridade é ao mesmo tempo o espaço interior de toda alma
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A sabedoria é totalmente preenchida somente enquanto algo con-fluente e co-borbulhante da vida com Cristo
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O fundamento último desta fonte é a Trindade
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I. A Alma
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II. O Verbo
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III. O Espírito
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IV. Deus
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Epílogo
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Apêndice: O mistério pascal
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